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MaracaTune Byte Virado

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MaracaTunes

A palavra MaracaTune pode ser definida como um substantivo composto derivado do vocábulo “maraca”, do tupi, que define a expressão sonora-musical pela tradição brasileira de raiz afro-indígena (como Maracaípe, Itamaracá, Maracatu...), agregado a “tune”, palavra de caráter coloquial, originária da língua inglesa, utilizada para se referir à música digital, geralmente eletrônica e de veiculação na internet (como iTunes).
Dessa forma, podemos dizer que MaracaTune é o gênero de música eletrônica derivada diretamente de gêneros musicais de tradição genuinamente brasileiras, como o coco, o maracatu, o caboclinho, a ciranda, o frevo e infinitas outras que ainda não tiveram seu nível de sofisticação devidamente explorados pela música eletrônica, que por sua vez possui uma infinidade de gêneros musicais igualmente diferenciáveis por seus padrões percussivos e texturas melódicas, como o drum n bass, o electro, o trance, o dubstep, o hip hop, o grime, o acid house, o big beat e diversos outros.
Desse conceito, podemos concluir que no MaracaTune, a música eletrônica trabalha em função da música tradicional, mas não o contrário. Ou seja, deve-se respeitar elementos fundamentais da constituição da música de tradição, como freqüência (BPM) e padrões percussivos. Sendo assim, encaixar um sample de pífano numa base de drum n base não faz da música um MaracaTune, mas somente um drum n base com sample de pífano em loop, devido a freqüência e padrão percussivo ser próprio do drum n base. Por isso, no MaracaTune costuma-se ser necessário trabalhar em cima de músicas já existentes para literalmente cobri-la eletronicamente, alterando completamente sua textura e adaptando-a para o sound system, podendo a original ser devidamente retirada após o processo ou sampleada, ter efeitos adicionados, adição de canais, supervalorização de altas ou baixas freqüências (como no dub) e uma gama de outras possibilidades que a música eletrônica é provida.

Nandu Bantu

Esse conteúdo foi criado e postado por:
Autorizado por:

Instituto Sócioambiental da Noroeste Paulista - ISANOP em 03.02.2011 às 15h27

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Este conteúdo tem 1 Comentários

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  1. Tuppan comentou:
    em 04.02.2011 às 12:39

    Interessante!

    Às vezes, o excesso de efeitos enjoa um pouquinho, mas, no geral, tá massa!

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