Miniatura

Descrição
O varal grafitado é uma experiência desenvolvida, em conjunto, com a Ong Para’iwa, um arte- educador e grafiteiros. Ele traz um novo suporte para o artista realizar seus desenhos.
O trabalho não fica restrito só em muros, ou em painéis, a arte pode circular livremente como um simples dobrar do tecido. O material é resistente e não fica sujeito a ação do meio, pois se quiser guarda para fazer seu acervo. A arte grafite não é mais efêmera, e ela pode circular pelos salões por toda parte do mundo, assim perdendo seu posto de “arte marginal”.
O varal desenvolvido na oficina de desenho para grafite como um modo de treinar os traços dos alunos (grafiteiros e desenhista), ele foi se popularizando e sentimos a possibilidade de expor esses trabalhos.
Por que “Varal Grafitado”? o motivo foi simples quando estávamos trabalhamos temas para montar a exposição, pendurados em varais um ao lado do outro lembrava a as feiras, aonde vendiam os cordéis. Então, veio a idéia de produzir a exposição como as vendas de cordéis, assim fazendo uma homenagem aos cordelistas nordestinos que vendiam seus trabalhos pendurados num simples cordão.
Podemos dizer que o varal Grafitado é uma experiência ótima para trabalhar com o jovem a cidadania, direitos humanos, personalidades e os mais diversos temas. Faz com que haja conhecimento sobre a arte, fazendo com que o indivíduo, transforme seu ambiente num lugar criativo e interessante.
A pichação é uma forma não convencional de arte, através da qual pode-se criar uma campanha educativa (ex. Drogas, Desarme-se, Coleta Seletiva de Lixo, Meio Ambiente, Cidadania) bem como pode ser uma forma de poluir o ambiente e vandalizar os monumentos e bens públicos. Cabe ao professor orientar aos alunos para utilização positiva da pichação, onde se encaixam perfeitamente os varais.
Temos dois varais já confeccionados o primeiro de personalidades paraibanas para o TEIA, exposto na cidade de Belo Horizonte- MG. Participaram deste varal Jailson “Múmia”, Alexandro, os professores Jacqueline Lima e Miguel Melo. O outro varal produzido com o tema mulheres, este em parceria com a ong CUNHÃ foi desenvolvido com garotas grafiteiras (Vanessa “dedo verde”, Cibele “Cyber”, Janaina “peixa”), com colaboração de Jailson “múmia” e a produção de Miguel melo e Bárbara Duarte, a exposição ocorreu no dia internacional das mulheres na praça da paz em João Pessoa. Fotos do Varal Grafitado
Miguel Melo; Para'iwa (83) 3225-4772
Sistema de Origem
Iteia
Autor/a
Descrição
No dia 02 de fevereiro de 2008, sábado que antecede o carnaval, aconteceu no Bairro São José o dia da “Ala Ursa”. É o terceiro ano consecutivo do evento que é uma realização dos moradores do bairro com o apoio do Ponto de Cultura Para´iwa Multivisual.net que fica no bairro São José. Segundo Paulo Batista Alves, 21 anos, morador, e um dos organizadores do evento, desfilaram 15 grupos de Ala ursa, alguns com mais de um urso.
Apesar da estrutura menor do que o ano passado, devido às dificuldades financeiras para organização, esse ano foi o ano que, segundo ele, teve a maior participação de ursos do bairro e de outros bairros. “O pessoal brincou, foi até o fim do percurso, apesar de não ter camisa... Antes o pessoal ia para casa com a camisa e não ficava, agora as camisas não importaram tanto”. Salienta Paulo. O dia da Ala Ursa no São José já faz parte do calendário de festividades do bairro, segundo os moradores durante todo o ano a mídia explora assuntos ligados à criminalidade no bairro, o desfile da Ala ursa é um momento em que a alegria e a descontração do início do carnaval busca a atenção da cidade para desconstruir estereótipos, e possibilitar uma mudança de olhar sobre um bairro, que também brinca o carnaval tradição de João Pessoa, e pelo jeito pretende manter essa tradição.





