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Foto: Leonardo Carvalho Atriz: Cecília Moura Atriz: Cecília Moura -
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Miniatura

Descrição
Apesar de ter sido escrito em pleno regime militar e de, na época, o texto representar uma crítica ferrenha à ditadura, “Apareceu a Margarida” é atemporal, já que permite diversas leituras, questionando as relações de poder nos diversos âmbitos sociais. Se hoje Dona Margarida não mais encontra um Brasil subjugado pelo poder de generais, ela encontra ditaduras veladas, em que o autoritarismo se esconde em apartamentos de luxo, em cuecas milionárias e na contínua miséria da população. Além disso, não se pode esquecer da crítica mais imediata proposta pelo texto, que é aos sistemas educacionais tradicionais e à relação hierárquica que se estabelece entre professor e aluno dentro da sala de aula. Esta relação ocorre desde os ciclos básicos até o ensino superior. Nosso país revela, portanto, um contexto ideal para Dona Margarida, idealizadora da “cruzada da alfabetização” e inventora de métodos de educação massificadores.
É importante, ainda, ressaltarmos uma outra característica da encenação, que aproveita a forma como Athayde conduz a relação ator/espectador. O texto problematiza essa relação e a montagem comunga deste objetivo ao colocar o espectador no papel de aluno, o que o torna também ativo no espetáculo. Entendemos que essa busca por uma outra relação com o público é tão importante quanto necessária.
As facetas dessa professora, aqui apresentadas, foram escolhidas pela companhia justamente por entendermos a importância de discuti-las dentro do contexto de um mundo cada vez mais individualista. Ainda assim, compreendemos que esta é uma personagem múltipla, que traz inúmeras possibilidades, analogias, recortes e estéticas
Canal
Tag
apareceu margarida | errante | teatro | trup
Sistema de Origem
PENC
Autor/a
Descrição
Diretor (DRT/PE 3080), palhaço e professor de teatro pelo SESC Petrolina (desde 2005). Lançou-se em atividades teatrais em 1997, desenvolvendo diversos trabalhos no campo artístico no Vale do São Francisco. Estagiou durante o ano de 2001 no Teatro Circense Andança, grupo da cidade de Petrópolis-Rj, o qual lhe proporcionou a descoberta da paixão pela linguagem clownesca. É estudante do bacharelado em Direção Teatral pela Universidade Federal da Bahia (2006).Seus principais trabalhos são: Aldeia do Velho Chico (Festival de Artes do Vale do São Francisco - Equipe de Produção desde 2005).Como diretor da Trup Errante; Pararupara – Brincando de Montar (Espetáculo Infantil de estréia da Trup); Fatias de um Defunto (Premio melhor peça, direto, atriz e figurino no festival estudantil da ARTEDAP 2006); Quem Tem Medo de D. Margarida? (Espetáculo produzido em Salvador); Fabulosas Histórias do Rio (co-autor do texto. Projeto de conscientização sobre as questões do Rio São Francisco tendo o Teatro Didático como meio sem ser chato e moralista) e A Dona da História (em parceria com o Pé Nu Palco Grupo de Teatro). Malassombro (Pesquisa sobre universo popular proporcionada pelo MEC – projeto Jovem Artista sobre a Direção de Érico José – como Assistente de Direção em 2007), Fuá na Casa do Zé Mané (Cia. de Dança do Sesc -bailarino de 2003 a 2005)












