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Roberto Carneiro Engenho José Benzota Engenho José Benzota -
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Miniatura

Descrição
É possível visualizar nesse Engenho o funcionamento primitivo de uma moenda movida à tração animal. O trabalho desenvolvido é absolutamente manual, a cana de açúcar vem transportada por carro de boi (cada carro carrega cerca de 300 quilos), sendo depois moída no engenho e, por fim, transformada em doces, como rapadura e tijolo. A moagem é feita por meio de cilindros instalados sob uma estrutura de madeira que é a responsável direta por essa operação.Após a moagem, o caldo da cana é despejado numa gamela grande de madeira sendo posteriormente levado para o cozimento em tachos de cobre que se encontram numa cozinha próxima ao local da moagem. O forno contínuo acomoda cinco tachos que são alimentados pelo próprio bagaço da cana. Segue abaixo fotos explicativas do procedimento.Após fervura do caldo, se obtém o chamado melaço da cana e, a partir daí, o mel é apurado até o ponto de preparo para rapadura, tijolo doce e alfenim. Depois são desenformados e colocados em um galpão para secagem. Durante o dia são feitos vários tachos.
Durante o período de moagem, que acontece três ou quatro semanas durante o ano geralmente entre os meses de outubro e novembro, o Engenho emprega cerca de 20 pessoas que se revezam no preparo dos doces e no tangimento dos bois presos nas almanjarras (traves de madeira) para moagem da cana de açúcar.
Parte da produção dos doces é vendida na região, contudo, segundo a proprietária do Engenho, D. Janice de Carvalho, às vendas não são rentáveis, visto o investimento financeiro feito. Ainda segundo ela, a produção é mantida por tradição e pelo prazer de tornar esse período do ano um momento de encontro da família que vêm de várias partes do país para reunir-se e confraternizar-se. No restante do ano, o Engenho se mantêm cultivando feijão, milho, caju, manga e coco.
Canal
Tag
Sistema de Origem
PENC
Autor/a
Descrição
Renata Echeverria é jornalista, formada em 1994 pela Universidade Católica de Pernambuco. Durante 11 anos trabalhou como apresentadora e editora de texto na TV Globo. Atualmente trabalha na Diretoria de Preservação, da Fundarpe. passou no processo de seleção simplificada realizado pela Fundação em dezembro de 2008.
















