Miniatura

Descrição
A renda de bilro já existia na Europa no século XV. No Brasil, a técnica de “bater bilros” para fazer renda é conhecida desde o século XVIII.
Elas confeccionam rendas e bicos para enfeitar vestidos, roupas de bebes e batas. As rendas são tecidas em grandes almofadas de capim nas quais as linhas ficam enroladas nos bilros de madeira seguras por alfinetes sobre papelões perfurados que são os moldes para cada tipo de renda, com grande variedade de trançados e larguras. Os bilros, em pares, são separados por longos espinhos de mandacaru ou de laranjeira. A quantidade de bilros varia de doze a trinta e seis pares, a depender da largura e dos detalhes da renda a ser confeccionada.
Canal
Sistema de Origem
PENC
Autor/a
Descrição
Nasceu em Uberlândia-MG, filho de pernambucanos. Viveu sua infância e adolescência, nos arredores do bucólico Poço da Panela (Recife-PE). O gosto pelo desenho herdou do pai, Luiz Pereira, que via na pintura sua grande paixão. Em 1982 começou a dedicar-se a pequenos trabalhos gráficos e a pinturas. Sua primeira experiência com gravuras ocorreu em 1994 com a gravura “Pássaro Sagrado”. Em 2000, lança o Projeto Boi Brazil, objetivando retratar, dentro do seu estilo, o ciclo cultural do Nordeste. Neste mesmo projeto gravuras intituladas Boi Misterioso, Lampião e Maria Bonita, Maracatu da Cana, Cantadores de Viola e Voltando da Feira foram estampadas em camisetas na França, Alemanha e Estados Unidos.
Em 2004 realizou exposição na Academia Pernambucana de Letras com o apoio do Conservatório Pernambucano de Música. No mesmo ano a gravura “Voltando da Feira” se destaca como capa da revista “Archives of Pediatrics” da Sociedade de Pediatria de Pernambuco. Em 2006 participou do 2º Festival de Música e Arte do Agreste Meridional (Garanhuns-PE), ficando como um dos destaques com a gravura “Mateus e o Boi Calemba”.
As gravuras de Fred Pereira impressionam não só pela autenticidade dos temas, como pela sua expressividade. De formas e traços inconfundíveis, a obra se configura dentro de um estilo próprio, onde o real e o imaginário se fazem inserir em um consistente universo gráfico.
Coletivo
tamanho
0
foto_credito
fredpereira
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Mulher Rendeira


