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Descrição
Tony Benet no [seculo XIX, diz que o Museu era dedicado ao povo, porém não refletia a imagem do Povo. O Museu era para o Povo, mas não para o Povo.
Em 1960, houve um rompimento com esta idéia, o Museu passou a ser um instrumento de mudança e Desenvolvimento Social.
A “Exclusão Social” ocorre em três áreas: Exclusão dos Sistemas Políticas, Exclusão do Mercado de Trabalho, e de Rede de Assistência, Perda de Recursos, e o terceiro, a Exclusão dos familiares e Comunitários e a deterioração das relações sociais.
Já a Inclusão Social, realizando atividades comunitárias, a nível societário e individual.
l Comunitário: Fortalecer área social de uma comunidade. ex.: Museu em Itapuã em Salvador;
l Societário: Criador de narrativas;
l Individual: Trabalha na esfera pessoal, psicológica e de uma pessoa.
O Museu comunitário em Itapuã, Salvador, foi constituído com a participação de acadêmicos e comunidade. A partir dos interesses acadêmicos de preservação, onde a comunidade recebe formação, auxilia na coleta de dados e seu processamento.
Na comunicação Museológica tem a importância da participação da comunidade, a narrativa museológica deve construir um consenso de inclusão, cuidando para não cristalizar preconceitos.
É extremamente importante a inclusão social em Museus, e outros espaços culturais. As exposições devem oportunizar que pessoas de classes sociais mais baixas possam prestigiar com a adoção de horários mais acessíveis ao público, o que ainda hoje não ocorre, muitas vezes estudantes de história, turismo, arquitetura, são mal recebidos em algumas instituições, mesmo com agendamento, imagina-se o como é o tratamento ao usuário comum.
Algumas cidades, instituições, dentre estas, escolas públicas e privadas, vêm desenvolvendo projetos para a construção de Museus e Memoriais com a finalidade de aproximar a comunidade do conhecimento e construção e/ou afirmação de uma identidade local.
Não devemos menosprezar ações privadas que com outro foco, buscam realizar eventos, mega shows como por exemplo a Bienal ,que tem por objetivo aproximar a população a Arte Contemporânea. Entretanto o que nos chama a atenção é abertura dos espaços em finais de semana e feriados, o que ampliou o número de visitações por escolas e pessoas que nunca tiveram a oportunidade de vivenciar tais experiências.
[1] Graduando do 6º Semestre de História do Centro Universitário Metodista IPA.
Fonte: Inclusão Social – Gabriela Aidar
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O Ponto de Cultura Na Quebrada é gerido pelo Comitê de Resistência Popular, Movimento Hip-Hop Organizado Brasileiro e Ação Periférica na Comunicação. Atualmente trabalha com edição de áudio para rádio comunitária Quilombo FM. Além disso, o Ponto de Cultura tem um programa semanal na Rádio Quilombo Fm chamado "Ronco do Bugio". Disponibilizamos os programas para download em nosso blog.
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