Descrição
Livro I TITULO: “COISAS”
Autor: Sandro Felix
Como se fosse um bailar...O corpo adormeceTal qual a bela borboleta no ar,Beija o vento depois visitaA flor de meu habitar. Derrama em meu saberO néctar do florescerFertiliza a terraE como se fosse vinho... Delicia-se em minha boca. E em fim revela-seSua existência de amar e de amar. Se as coisas têm um fimAdormeçoSe é pra colorir o céuLápis de cor Se é pra ter fim...adeus. Não há nada hoje, no entanto ontem...Não há nada aqui e agoraNo entanto um olharNão há nada ao longeNo entanto ti encontroNão há nada tão pertoNo entanto fogesNão há nada que fosse, no entanto és...Não há nada sentindoNo entanto me aquecesNão há nada há lembrar...No entanto...Saudade. Talvez da cor de sangue...Como um vulcão em erupção.Veste a roupa do veneno em tua caraça de açoE depois serve o vinho na taça do arrepioFeito o corte do acoite do chicote em tuas mãos. Um dia as nuvens irão tocar a terraE há esta hora as pessoas estarão voando Como o beijo da lua com o sol. Plantaremos no chão daquele céuPequenas hortaliças...Assim como o brilho dos teus olhos. Nas manhãs quando acordarRoubarei rosasA te perfumar o corpo Decifrando cada enigma no lá dentro em tiSemearei cores e flores como se fosse um bosqueO teu habitar. Desvirginar-te-ia a libido do prazerE a cada ato em minhas mãosUm grito e um arrepio.E no abandono dos lençóis...Um beijo, um olhar e um adeus. A lua esta vermelha da cor dos meus olhosCortando tudo, até o amargo em minha boca.Trazendo a cura e varrendo o ópioPra o que se foi e nunca mais voltarE quando clarear a escuridão A sombra vermelha descerá... Da cor da rosa...Até sangrar o néctar do saborRasgando o céu em sete brilhantesE o vento em tua volta arrematará o que se foi Pra nunca mais voltar. Quando aquela bela mulher adentrarAquela porta cinza e vazia Meus olhos estarão no absurdo do prazer As cores da parede dançarão num Rodopio vesgoPela claridade uma fendaTecendo em cada rostoUma palidez mórbidaRefletindo luz... Mera luz. Até o ultimo corte em minhas mãosE quanto mais raso for...Mais vale o amor. Quando o hoje e tão longeNem consigo te encontrarFica feito fosse um cometaAbandonado no espaçoComo se fosse a ultima chanceDe viajar em tuas mãos Escorregando pelos dedosFeito fosse gelo escorrendo do olhar. Por onde você andaCom um cordão no pescoçoUm vaso quebradoUm brilho no olhar O que você faz a esta a sósReza pra dormir ou apenas passa a línguaNa boca.Um corte no cabeloUm batom.Uma luz acesa...Um sorrisoUm perfumeUm olharUm beijoUm talismã, Um amanhã, Por onde você anda? Como se fossem nuvensQue se transformam em coisasDepois desaparecem Às vezes príncipeNoutras plebeu apaixonadoUm servo imaginárioPescador de sonhos, luzes e amores.O infinito do palato em sua bocaInquieta-me a riscar o céu,E no fim de não ter fimMorreria nos teus braçosRasgando um riso a voar... Viveria zil anos luzA procura do corte infindo de você. Um dia tudo que virá em velocidadeSerá para os olhosOlhos negros...Assim como a noite Assim como os seus...Límpidos, correndo água.AguandoA fulô de cactos. Que o sertão veredas em tons De azul.Verdejando a folhagem na madrugada nua.Semeando amores raros, como a pele que te envolve.Por todo dia e por toda noite. Na primavera veras verãoVéu, nuvens, vento.No invernar veras vermelhasRosas tão belas, cálidas.O sertão tão seco...Sonhos molhados nos rostos.Perola, mulheres a mil, férteis, musas, mães zelosas.Rendeiras, rezadeiras, parteiras...Uma pra amar, outras pra deliciar... A feição, os lábios o olhar!A face da faca me trai o visgoE me envenena do risco... Seios, mãos, e partes perfeitas!Que me atrai o olhar.Corpo que desabrocha O quanto molha de ciúmes a paixão. Política, casa, sala e tudo...Vagando por horas não me apaixonoNa estética da heraSubornos, extermínio, índios e crianças. E o rio sempre correndo pro mar. Quantos vaga-lumes sumindo aos azuisQuantos espinhos em volta do meu umbilical protesto. A merda que inspiraO troço que incorpora A própria ruínaMar de lamaFalsa mama Alto custo de vidaVou pagar pra receber o meu amor Trilhado em dois Falsa fada enfadada nessa pedra pisada Para o inferno com a estéticaCom a métrica e com a rimaParafernália... O que me interessaE beber e não matar a sede Paralelo ao inversoé o parafuso com fuso horário Provérbio é o parasita que paralisaO homem. esse verme, esse animal em construção. Sem sentir o calor Não fuja, não imite a fuga. Não me arranhe o céu da boca Não me deixe ao léu... rebento Em silaba Tônica nos resta sublinhar a verdadeira pátriaIdolatrada que pariu Sendo que imortalEs tão grande a imoral, a tua dor a mim. Tanto o mar quanto a luz do diaAssombro-me do susto que o veneno traz Tanto a lua quanto a chuva me envolvemNa certeza das lagrimas jogadas ao ventoQue invento sem ter fim Clarear a sombra que te cobreSaciar a sede da tua bocaTeus olhos me segam a faca e a féTenho ciúmes do vento Que te beija a seda do rosto Pego um táxi noturnoUm café da manha Corro um risco no céuDesafio à maré Só pra te ver passar. Para de me zanzarEu sou o que em você não cabeO fim jamais e pra sempreE será...De madrugada soluços afinsNão vá embora agoraA chuva molha lá foraSe e pra ficar que fique longeMais não agora...Se a noite não findaVamos definir nossa historiaA porta a se fecharNão alteram nossos planosPara de me zanzar...A chuva não vai cessar. Quando todo céu beijar a terraRoubarei-te o universoE o infinito a viajarO abajur reluz no calor do quarto escuroE a terra nesse instante se abriraTentaria mil vezes te abraçarOu cama-sutraTentaria tudoIr fundo...Ate o incandescer de toda luz. A aura púrpuraQue enfeitam meus olhosCegam minha voz e meu corte Risca minha faceE trai o meu paladar. Solto minha mãeE o rabo de sua saia E fico atrozFico a sombra da escuridãoDa lua o clarãoDa seda a noiteDa ciranda a rodaDa roda, a que gira. Era um reino coberto de luxuriaNa noite néonAs bruxas passeiamRisos e orgia cultuavam o lugarDiluindo o cáliceBrindando o sangue do veneno da serpenteEm minhas mãos Hoje me encontro tão lúcidoQuanto louco. Não sei se o futuroReservou-me um lindo olharE um sorriso faceiro e reluzente. Tenho medo tanto quanto coragemDe enfrentá-lo. Paixão e pouca/ tesão é farto, amor; sei lá.Quisera o invento dessaHora. Fosse felAdoçaria tanto até o sumo de teu suor Cê lembra das coisas que falamos naquele dia de sol?Que o beijo da gente era tão doce que nem se quer Sentíamos nosso palato. Vimos uma flor desabrochar Naquele instante, era mágico que quando por conta era invernar. Na madrugada já desnuda já não haviam mais dois corposÉramos um só, debaixo dos lençóis Nosso vício jamais se renderia a outros verõesLoucos e lúcidos de um sentimento infindoQuisera fosse hoje o amanhã que outrora vivemosE que você inda nem sabe o beijo que o gosto temQuando dei por mim meu travesseiro caiu Roubar um país inteiro por tão poucoNão vale o beijo da aranhaQue arranha o céu da boca Roubar o riso de um futuro inteiroPor tão pouco A terra, a colheita, tudo o que cresceu. E o que ficou pra trazQue dor olhar os camposE ver o cinza todo no ar... Tirar o néctar de uma florDeixar as coisas sem corRoubar o amorPor tão pouco. O que tanto você procura Passo na tua janela de madrugada Jogo a isca e sou inçado ao mar O que você procura Poso lhe oferecer o mar E quando o mar secarDarei-te o sertão. Um rabisco no verso do papel a revelar-se.Qual pétala caiu e exalou-se a beleza da corTendo a tenda dos milagres um jardim.Feito Ferro...Qual o encanto me faz tirar teu véu?Tal limiar...? Fui coroado rei. Devorar-se por entre a línguaSatisfaçam de minha pátriaMinha bandeira de ouro O vaso quebrado não cabe a florDo meu tendãoA ferrugem que envolve o cio do azularExala o exato fêdorDa Mina de ouroExalam-se a petúnia e as outras da espécie Com o exílio da terra e o latifúndio cultivado.Satisfaça-se da pátria flor Por uma folha de jornal, me dou à pele.Tenho medo dos homens que me inquietamCom um cano frio sobre minha cabeçaMeu chapéu caiu...Tenho ciúmes do vento que te beijas a seda do rosto,Como uma pétala ao cair de um galho de florSemeando nossa extinçãoQual flora nos pariu? Tal Clarices, Marias ou perdices. Qual viela me esconder do sistema brasílis?Ou do marginal coberto de fardas.Que avenida findar por uma folha de jornal. Choram... o feto, a mãe, os olhos.Quando abres tua luz...Brilho de cor cultivando-se de flor em florO negro luminoso que me cegaDita o som das águas que bate em nósO sorriso de um ser Gerar formas e mares, não nos cabem tanto o mundo.Tanto o fundo dentro de nós Do azul das cores, nos dão arcos e flechas. A lançar-me contra minha ira.E o que produzimos não é a parte que nos cabe Daqui do mato é rápido ao atalhoTrago o ôco do pauDa madeira a calPinto a cara de malE sou o super total Daqui do alto é o pulo do gatoArrasto-me sobre pernas, bandeiras e a fome total! Sonho com a princesa do malTransformo-me num sapoBeijo-te a bocaSou de novo um sapoVou ao formo e me traço com garfo. Quando se percebe que um novo alguémEstá por vir/As coisas parecem não ter fim/E onde as cores reinam/As flores beijam meu jardim/O cabelo da menina bate em meu rosto/As palavras tremem em minha boca/O que desejo finjo em não sentirInvento noites sem ter fim Só pra te presentear a minha luzNas manhãs quando acordarTomarei café com o gostoDo gosto de tua bocaSemearei amores tão rarosquanto o Infinito do teu olhar em minhas mãos. Rezo pra dormir, raso um poço, laço um no ao...Meu pescoço. Viro um rei, tal qual o único beijo...Da princesa amada E o que virá em velocidade me revelará o queAinda não sei de ti.E o agora e tão breve que não temos tempo pra ouvir.Fecho os olhos,Lábios se tocam salivando o sabor do amanhecer. Tudo o que floresce do verbo amarBrotou cacos de anilDo país de nome BrasilTendes tanto fastioDaqui até o varonilQue medra fomes e nomes de um país sem memóriaE sem pronomeTrava tua luta que a flor do nosso cioA de vingar sempre a um fioDe matar essa muda imunda das mãos sujasAté a dor da nossa mãe gentil. A fulô de cactos feriu-me o olhoDebrucei-me sobre a janela de madeiraE chorei,Ao te ver passar sobre a calçada enluaradaRefiz o meu olhar e sorri. Para ter olhos luzPara voar sonhoPara sentir mãosPara sexo amorPara calar vozPara tudo nadaPara alcançar estarPara ter serPara os pés paralelepípedoPara musica marPara flor areiaPara mulher vestidoPara amar vocêPara você EU. Olho de luz Que brilha e seduzEnfeitiçando óculos góticos Neblina na escuridão Pingos de feitiçoQue às vezes some No desejo de ti acharFechando os olhos querendo-te lembrar Olho de luzLeva o meu olhar E contamina de maliciaO teu ingênuo modoDe enxergar. Carretel de linhaPipa d’águaOlho de meninoRiso medonhoSonho de um papagaio, o vento levou.Pipa de papel o sonho amassouO bonde que passa por aquiNão vai me levar pra lhe Rever. À noite e lua brilhanteEstrelas bonitas, coisas infinitas,Safra boa em qualquer lugar/Seja aqui, seja acolá.Não largo do rabo da saia de minha mãeTapa na cara e um pá. Saber de você é o avesso de teu jeansA saliva ate parece fruta doceAte o fel adoça o trilho desse bondeQuanto às pálpebras que te desnudamNem enxergo mais a fumaça do ultimoBonde.Que se perdeu na fumaça embriagada de você. A glosa que citoSou o assunto mais possível que as floresTento esquecê-las por alguns instantes Mais não as deixo sos ao solA gleba que aro sou o lavrador mais possível que a chuvaSua fonte corre a canoa o rio a mim. Era só um sinalUm arcoUma flechaCerteira no ar Aonde se vai com tanta dorNão regue mais aquela flor Onde parar, com essa tanta falta de amor.O que fazer com o meu peãoNão canto mais nem o sim, nem o não.Será que foi tudo em vão?Tudo é ilusão? A semente molha a minha bocaDevolve-me a febre.O segredo da Romã E o infinito que ofereces do sabor Revela-me todo instinto do desejo de comê-laQuando verde...Inquieta-me toda pressa de revê-laQuando cair...Penetro-te toda água que absorvesE descubro todo gosto do caroço abaçanado do amor. O fio da navalha feriu-me os olhosCorte minha faceMorda meus lábiosE no soluço da noiteEu faço o fim,Construo o meio.E me desfaço do malamem. De manhã quando brotasA flor da peleBeijas o céu, de tanto odor. Ao cair à noite te aquecesTecendo a pele do teu corpo cor de luzCortando o céu em diamantesDividindo a mil a cada espaço que te encontroSendo um flamejante dardo,Cortas o sangueE a lua ao teu encontro cega os olhos da fé Quando girar o solSerás raio, iluminando cada seio de agosto.E a cada chuva / cresce o açaíNos saboreando o mel da boca em cada beijo Num eriçar de pelosDizer que e beloE poucoNem tampouco épico Doura-me a peleQuando fecho a luz E apago a porta Sublimando meu tesão. Dedos ávidos e abeis a flor do arrepio.Um sussurrar de beijos a procura de nos Reduzindo-me a pó tão a bela épocaDizer que belo e pouco. Na penumbra da folhagem as borboletas Dançam Os vaga-lumes piscam de cor em cor Quando outrora fogesTecendo em mim quase nada de dor. As palavras que dizem as floresSão jogadas ao ventoMolha minha faceE o perfume amargoA extinção da matilhaA flora que pariu A lua vem surgindoE brilhará com teus olhosE no céu um lápisRiscará um futuro agora. Colecionando sonhosEncontro-me tão sóUm novo reiDisparo fogos para o arPor apenas um beijoCelaria toda pazTrazaz um no cegoNos olhos Tivesse eu, um beijo teu. Refiz meu olhar e sorri. As coisas agora parecem ter outras cores Invento outro mundo, outro mar, outro céu. Agora tenho um sonho na palma da mão Um cigarro noBolso E uma lua pra namorarSó não tenho você Às vezes durmo tão só Noutras estamos quase mudos Desnudam-te ao avessoAquece tua casaE teu jardim Apenas siga a folhagemDa primaveraNo invernar gotas de chuvaBatem a sequidão de teu rostoNo verão veráz um outono repletoComo o agora e longe e amor é breve A pátria que pariu meus olhosCegaram de vezA fé e o sangueFere feito fosse faca cortante em tons de azulE a bandeira fincada sob meus pésSorriram sem corLuzes, flores e vícios invadiram meu jardim.E no fim a sombra amanheceu sem dor Medra a luzQue viajo em teu corpoDesnudando-te por fioO azular de tua roupaQuase cortante um objetoPontudo e brilhante E um coração feito um punhalsangra o que a de bom em mim Para as folhasUm azular quase núSeus frutos verdejando um tomQuase mudoSemeandoo gosto exóticoDe beijar-te a boca Pra que luzesSe a madrugada e nuaNo olharSe as cores migram no arSe o amor se perdeu no desdizeDe um beijoPra que sonharSe a escuridão é fértilE a imaginação é embrionáriaNo azularPra que amarSe a saliva da serpenteSega os olhos da féInfecta o arE depois dispara bombas de canhãoPara o mar A palidez desse instanteSuga os olhos da féInquietam de pavor E destrói os sonhos do amor Finca o imã E sem cheiro ao meu redorTece o fio da navalha cortante em minha face Medra em mim o desejoDe vingança E nesse instante sem fimCuspo num pano E espalho nos confins do meu país meus olhos e meu trono Já e madrugadaSei que não quero acordarA luz esta escuraO café está servidoJá estou com saudadesDo gosto do café em sua bocaSeu corpo ainda escorrega por entre meus dedosO queijo inda derrete em minhas pernas Em nossa casaExiste uma salaUm vasoA luminária E o seu sorrisoNo teu quartoUma luz eternaNas paredes fotografias amareladasE a nossa cor ainda finda num olhar Quase de manhãAbri a janelaE no infinitoDo azulVi teu rosto Não vi a cor de teus olhos Já eram dois diamantes me varando O riso e a féAgora sei por que as nuvens choram De vez em quandoAo te ver passar, elas fazem a festa,As estrelas mudam de lugar O sol beija a luaO mar lambe suas pernasO vento beija a seda de teu rostoE eu?Eu tenho você a embriagar-me de prazer Lagrimas partidasNós desatadosOndas de assaltoE a madrugada sempreEnfurecidaBeijos pelo ar Soltos e pagãosHomens pelo chãoUm mar revoltoUm estouro Uma bomba uma explosãoCorpos suados, surrados.Cassetetes a mãoArmas, pólvora.Sangue pelo chãoUm sustoUm cão, ladra.LadrãoPolicia, ilusão.Política uma invenção Sem porque sem razãoHomens, diversão.Sexo uma inundaçãoNos, hão. Outro diaUma fugaUma seda soltaNo arUma lagrima acessaPés descalçosCorrendo mundoUm vagamundovagabundoOutra noiteUma luaUma faíscaUm riscoUm rabiscoOutra vidaUm amorUma musaUma mulherUm quiçáUm vestidoUm qualquer A vida passa pelo nosso olharE o jardim ainda esta láTudo que invento já não cabe mais no seu olharFinjo um saltoSó pra te presentear o que de mais bonito há Compreender-se diante do caosDissemina a dorSeduz a própria inspiraçãoDe amarE revela-se diante de si mesmoTraduz e nos confunde o próprio corpoE cai ao longo de um breve sexoTransforma os fins aos meiosE o começo de tudo no mais infindo beijoE reduz a pó a sofreguidãoDa luxuria de um simples ato de gozar em suas próprias mãos A cada beijo tolhidoA liberdade na palma da mão.... Por hora...fim. Sandro felix
Sistema de Origem
Iteia
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O Grupo Ruas e Praças trabalha com meninos e meninas que vivem em situação de rua e vulnerabilidade de direitos através de ações culturais; como teatro, percussão, dança e pintura.
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