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Grande foco do mosquito Aedes Egipty em São Cristóvão
Grande foco do mosquito “Aedes Egipty”, a Rua Senhor do Bomfim de Cima, na Chácara Santana, onde esta situada a Escola Municipal Raimundo Lemos de Santana, em São Cristóvão, que desativou uma piscina há muitos anos e não aterrou, estando ela cheia de agua, lixo e detritos, proporcionando a proliferação do mosquito da dengue na região, na mesma rua outro grande foco esta em uma casa grande com área enorme abandonada, em frente à escola, onde a piscina também cheia de agua, misturada a lixo, limo, restos de madeiras e onde as larvas podem ser observadas a olhos nus, nas suas aguas escurecidas.
Gilberto Silva, 53 anos, desempregado, que mora entre as duas propriedades, contou que os oito familiares dele, todos já tiveram a dengue e que sempre são vitimados pela doença, em decorrência desses focos próximos a sua residência. “Ai vai ser construído um prédio, mas vieram olhar e abandonaram isso assim, como esta ai”, se referindo a piscina abandonada em casa da rua. “Pior e a da escola, as crianças brincam por perto e ninguém toma providencias, nem a diretora”.
A diretora da Escola Municipal Raimundo Lemos Santana, Ildaci da Luz Caminha, não foi encontrada para falar sobre o assunto. Entre outras reclamações os moradores reclamam de um campo de futebol que a escola tem, que esta sendo desativado para a construção de duas quadras de esporte, o que não caiu no gosto da comunidade que usava nos finais de semana o campo para a realização de competições locais. Raimundo Baixinho, 29 anos, ambulante e frequentador da praça de esportes “deixaram os pais de família, jovens e adolescentes da comunidade sem o campo e nem satisfação deu a gente, isso e errado”.
Os moradores querem o campo de volta e aterramento das piscinas abandonadas pela redondeza “à noite as muriçocas só faltam nos carregar” insistiu Gilberto Silva. “Esperamos providencias das autoridades, uma visita da Secretaria de Saúde com um mutirão contra a dengue e a Prefeitura rever a questão da desativação do campo e do abandono da comunidade” enfatizou Raimundo Baixinho.
Roberto Leal
Jornalista
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Roberto Leal é jornalista (DRT/BA 3992), escritor, repórter fotográfico,
editor, ativista cultural e palestrante, nascido em Salvador, Bahia, in Brasil,
a 29 de abril, no Bairro dos Alagados, hoje bairro do Uruguai. Autor de Cárcere de Poemas (2000); C'alô & outros poemas (2012) ambos esgotados e C’alô & Crônicas Feridas (2015 – 3ª Edição) todos pela Ed.
Òmnira/BA-Brasil. É colaborador em jornais como A Tarde e Tribuna da Bahia;
revistas e periódicos no Brasil e exterior, é editor da revista de brasileira
de Literatura “Òmnira”, organizador de dezenas de coletâneas e antologias em
poesia e conto, no Brasil e em Angola/Moçambique-África, tem mais de 600
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