Descrição
A sonoplastia consiste na grafia do som empregada em alguma produção com determinado fim e intenção. Desde a invenção do cilindro de cera por Thomas Edson em 1877 em que ondas sonoras eram registradas por sulcos e equipamentos básicos como estiletes e do disco de cera precursor do gramofone a experimentação se faz presente quando o assunto é a sonoplastia e gravação. O avanço da tecnologia nos mais variados setores sociais acabam por ir ao encontro de toda essa riqueza de variantes que uma mesma atividade pode apresentar tanto para seus produtores como seus receptores.
O próprio teatro grego apesar de obviamente não dispor de equipamentos tecnológicos avançados, já possuía seus artifícios, pois lembremos que a criatividade dos indivíduos promotores de espetáculos como as comédias e tragédias do tempo gregoriano já afloravam. Sendo assim os grupos teatrais costumavam utilizar o som que seus corpos produziam para implantar e utilizar os primeiros recursos de sonoplastia em espetáculos. Tais grupos utilizavam os recursos como bater palmas, sons de passos, gritos ou quaisquer que fossem necessários em dada circunstância para externar o estado emocional em que o espetáculo transcorria. Vários grupos dispunham de integrantes fixos nessa função “sonoplasta”.
Debruçando-se sobre o século XIX novamente é possível se deparar com os avanços técnicos e estruturais que proporcionaram o avanço da sonoplastia, isso porque houve pesquisas significativas com Ray Dolby que, diga-se de passagem, era considerada a mais avançada na época já que Dolby desenvolvera equipamentos que captavam ondas sonoras de forma mais uniforme. Mas as pesquisas realizadas por Weber, ou melhor, o fato de seus equipamentos terem apresentado um aparente defeito que depois culminaria na eliminação da distorção (já que seu equipamento apresentou uma mistura entre sons de canais de áudio normais e de canais vindos de alta frequência fazendo assim com que a distorção se dissipasse). Tanto Dolby como Weber procuravam desenvolver equipamentos que permitissem a posterior modificação e do som por parte de quem o usassem, algo que ainda não ocorrera e que se faz como recurso primordial à captação de som e posterior utilização do mesmo com artifício de sonoplastia.
Em produções que envolvem gravações audiovisuais é possível identificar pontos essenciais para melhor qualidade do produto final a ser apresentado. O nível de gravação utilizado pode modificar e transformar definitivamente a qualidade e por assim dizer o impacto social que tal produto deveria propagar.
O papel do sonoplasta em produções midiáticas é primordial, pois é esse profissional que carrega a “realidade” da ação retratada ao passo em que inserem sons e efeitos que constroem todo o cenário e ambientação das cenas e diálogos apresentados no produto. Sua sensibilidade se constitui de forma única já que por muitas vezes algo produzido de forma espontânea pode muito bem ser interpretado como ilusório e como na maioria das ocasiões, sons pré-estabelecidos/produzidos inserem um caráter natural e realista à cena chamando assim a atenção do público para o que se passa no produto midiático.
As radionovelas, por exemplo, ou quaisquer outros programas cênicos realizados na plataforma radiofônica dependem diretamente do carro chefe que é o recurso da sonoplastia. Por isso o trabalho realizado pelo sonoplasta deve ter atenção especial e contar com ótimo discernimento artístico do profissional para que seu real objetivo seja alcançado.
Vale ressaltar que o papel do sonoplasta se diferencia do operador de áudio. Senão vejamos: o primeiro é responsável por de fato produzir efeitos que se constituam como uma imagem ou ambiente sonoro para um texto. Já o operador de áudio seleciona os efeitos de acordo com dada necessidade. Não obstante o profissional de sonoplastia deve estabelecer uma proximidade estrita com as imagens e situações a serem criadas sempre observando muito bem o objetivo de cada passagem sonora.
Devido à elevada importância que a sonoplastia possuí em produções cinematográficas, e outras atividades que geram apelo social massivo, várias empresas já se especializaram no negócio da sonoplastia formando novos profissionais que competem qualidade e resultados de acordo com objetivos finais dos idealizadores de cada produto.
Empresas e produtoras como A Fox, Sony e outras corporações que detêm a hegemonia midiática, que difundem e controlam comercialmente trabalhos artísticos no mundo inteiro possuem setores exclusivos para o exercício da sonoplastia da mesma forma como ocorrem com roteiristas, editores e outros profissionais. Mesmo assim, também é possível presenciar produtoras independentes que dispõe de núcleos de sonoplastia em suas dependências e equipes integrantes.
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A Lume foi formada no final de 2012 por músicos oriundos de outros projetos musicais. Encontraram-se devido a dois tributos realizados em homenagem a banda brasiliense Legião Urbana e também devido a outros eventos.
O grupo tem como proposta tocar canções próprias e versões de bandas, ou músicos, que influenciaram a formação musical dos componentes.
Tem, como forte característica em suas músicas, o rock nacional dos anos 80 incrementando ainda com alguns elementos do blues e do hard rock. Suas letras contêm bastante criticas social e política. Algumas canções tratam de sentimentos de uma forma muito peculiar, as quais, cada um poderá ter suas impressões de formas distintas.
Formação da banda e integrantes:
Jose Everson (Verson) e Penélope Fernando (guitarras)
Léo Leal (Baixo)
Jadie Tavares (Bateria)
Vlademir Gomes (Voz)
Coletivo
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Usuário/a
lume


