Miniatura

Descrição
O natal do nordeste brasileiro oferece um vasto leque de ritmos e lirismo, que se mesclam com a teatricidade dos autos populares. O espetáculo Noite Encantada vem fortalecer as tradições natalinas através da música, dança e poesia presentes nas diversas vertentes das manifestações folclóricas.
Ciel Santos convida o público a uma jornada até Belém, passando por quatro atos, na Chegança pede licença para dar início a apresentação e relata a busca de José e Maria por um abrigo, o segundo ato anuncia o nascimento do Deus Menino, no terceiro o palco é visitado por diversos personagens que dançam em adoração ao Menino Jesus, o quarto e último o intérprete se despede da platéia com a queima da lapinha e transmite o prazer de estar nos palcos.
Noite Encantada ilustra a mente, a luta e a fé do povo nordestino que apesar de todo processo de massificação cultural sobrevive na defesa e preservação de seus valores e costumes.
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Sistema de Origem
PENC
Autor/a
Descrição
Natural do município de Bezerros, o artista Ciel Santos iniciou sua carreira aos 14 anos no Balé Popular Papanguarte,
no qual era ator e bailarino participando de grandes festivais de dança popular no país.
Ingressou profissionalmente na música no ano de 2006 com a elaboração e execução do espetáculo Nós e o Cabide, em 2007
o interprete montou mais dois espetáculos: Frevo Frevura e Frevor!!!(espetáculo carnavalesco) e Noite Encantada
(espetáculo natalino). Em 2009 foi inserido no grupo dos Garçons Cantores do Manhattan Café Theatro e começou a
estudar canto e teoria musical no Conservatório Pernambucano de Música.
Dono de um timbre raro, Ciel é contraternor, canta na tessitura feminina do contralto ao mezzo soprano com voz plena sem
utilizar o recurso do falsete. Suas apresentações são performáticas e mesclam música com poesias vestindo diversos personagens,
aos quais empresta corpo e voz durante as interpretações.
O trabalho de Ciel Santos vem ganhando espaço e assinala o compromisso de contribuir na arte e cultura em suas referencias mais
profundas e perenes no cancioneiro popular.












