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Miniatura

Descrição
O Município de Tacaratu está localizado no Sertão pernambucano, na Microrregião do Sertão do Moxotó, ocupando uma área de 1.183 km², representando 1,20% do território total do Estado de Pernambuco.
Distando 455 km da capital pernambucana, tem como limites territoriais, ao norte, a Cidade de Floresta; ao sul, o Município de Petrolândia e o Estado das Alagoas; a leste, a Cidade de Inajá e a oeste o Município de Petrolândia.
Tacaratu é regido pelo clima semi-árido quente, “com chuvas de outono, período chuvoso entre os meses de dezembro e julho, sendo fevereiro o mês de maior índice pluviométrico”.
O povoamento de Tacaratu iniciou-se em fins do século XVII. Primitivamente, foi habitada por bravos índios da etnia Pankararus. Posteriormente, “esses índios foram aldeados no local que ainda conserva o nome de Brejo dos Padres, porque ali esteve uma missão dirigida por padres da Congregação de São Felipe Néri ” . De acordo com a Enciclopédia dos Municípios do Interior, o vocábulo indígena Tacaratu significa “Serra de Muitas Pontas ou Cabeças”.
Conforme registro histórico, no ano de 1652 criou-se em Tacaratu um Curato . “Documentos comprovam que em 1752 já existia ali uma capela, dedicada a Nossa Senhora da Saúde. Foi em torno dessa capela, nas terras dos índios, que surgiu a povoação que, mais tarde, seria a cidade de Tacaratu” .
De acordo com informações de residentes da cidade, por meio da história oral contada por eles, é possível assegurar que a Igreja foi erigida pelos Padres Congregados que serviram na missão de catequizar os índios daquela antiga aldeia:
Em 1760, já um tanto desenvolvida a povoação, os moradores dirigiram uma petição ao bispo diocesano D. Francisco Xavier Aranha solicitando a criação de uma freguesia. Por provisão do bispo foi criado o curato em 08 de setembro de 1761. Afreguesia foi instalada em 1764, pelo padre D. Antônio Teixeira de Lima. Depois de reformada, a primitiva capela passou à condição de igreja matriz.
Canal
Sistema de Origem
PENC
Autor/a
Descrição
Renata Echeverria é jornalista, formada em 1994 pela Universidade Católica de Pernambuco. Durante 11 anos trabalhou como apresentadora e editora de texto na TV Globo. Atualmente trabalha na Diretoria de Preservação, da Fundarpe. passou no processo de seleção simplificada realizado pela Fundação em dezembro de 2008.


















