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Descrição
Uma viagem pela caatinga nordestina através da renda é a proposta do novo catálogo da Renda Renascença. O lançamento acontece nesta quinta-feira, dia 7, dentro da programação do 7º Salão do Artesanato da Paraíba, instalado na Praia do Cabo Branco.
O lançamento do catálogo vem para divulgar as diferentes formas e nuances do trabalho das rendeiras de cinco municípios do Cariri paraibano, já reconhecido nacionalmente como parte da cultura popular regional. Ele será dirigido para a imprensa, arquitetos, designers, estilistas e lojistas.
O evento foi antecipado em um dia por conta da visita do presidente do Sebrae Nacional, Paulo Okamotto, ao estado. Ele vem para conferir de perto ações apoiadas pelo Sebrae Paraíba, como os programas de artesanato 'A Paraíba em Suas Mãos' e o Centro de Tecnologia do Couro e Calçado Albano Franco, em Campina Grande.
A produção da Renda Renascença paraibana se concentra na região do Cariri, onde mais de 400 rendeiras estão organizadas em cinco associações nos municípios de Monteiro, Zabelê, São Sebastião do Umbuzeiro, Camalaú e São João do Tigre. Os grupos de produção foram beneficiados com consultorias de inovação e design promovidas pelo Sebrae/PB, programa A Paraíba em Suas Mãos do Governo do Estado e parceiros.
Segundo Maria Marli, presidente da Associação Comunitária das Mulheres de Camalaú, a vida das rendeiras nunca mais foi a mesma desde que os olhares se voltaram para a renda.
"Nossa produção era quase nada, só fazíamos artigos para uso domésticos e as mulheres ganhavam muito pouco. Hoje, ganhamos muitas encomendas e espaço para expor nosso trabalho", afirma.
De acordo com Marielza Araújo, gestora do programa de artesanato do Sebrae Paraíba, um dos maiores desafios para as rendeiras atualmente é fazer com que as encomendas se tornem periódicas. "Os pedidos são sazonais, os lojistas não tem uma periodicidade para fazer as encomendas, isto faz com que as rendeiras não tenham uma renda fixa mensal", ressalta.
O lançamento do catálogo vem para divulgar as diferentes formas e nuances do trabalho das rendeiras de cinco municípios do Cariri paraibano, já reconhecido nacionalmente como parte da cultura popular regional. Ele será dirigido para a imprensa, arquitetos, designers, estilistas e lojistas.
O evento foi antecipado em um dia por conta da visita do presidente do Sebrae Nacional, Paulo Okamotto, ao estado. Ele vem para conferir de perto ações apoiadas pelo Sebrae Paraíba, como os programas de artesanato 'A Paraíba em Suas Mãos' e o Centro de Tecnologia do Couro e Calçado Albano Franco, em Campina Grande.
A produção da Renda Renascença paraibana se concentra na região do Cariri, onde mais de 400 rendeiras estão organizadas em cinco associações nos municípios de Monteiro, Zabelê, São Sebastião do Umbuzeiro, Camalaú e São João do Tigre. Os grupos de produção foram beneficiados com consultorias de inovação e design promovidas pelo Sebrae/PB, programa A Paraíba em Suas Mãos do Governo do Estado e parceiros.
Segundo Maria Marli, presidente da Associação Comunitária das Mulheres de Camalaú, a vida das rendeiras nunca mais foi a mesma desde que os olhares se voltaram para a renda.
"Nossa produção era quase nada, só fazíamos artigos para uso domésticos e as mulheres ganhavam muito pouco. Hoje, ganhamos muitas encomendas e espaço para expor nosso trabalho", afirma.
De acordo com Marielza Araújo, gestora do programa de artesanato do Sebrae Paraíba, um dos maiores desafios para as rendeiras atualmente é fazer com que as encomendas se tornem periódicas. "Os pedidos são sazonais, os lojistas não tem uma periodicidade para fazer as encomendas, isto faz com que as rendeiras não tenham uma renda fixa mensal", ressalta.
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