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A PORCA TORCEU O RABO...
Nunca senti tanta verdade reunida em poucas letras quanto a que iremos refletir por agora... alguns entenderão de forma biológica, outros de forma satírica mas independente desta ou de quaisquer forma que se entenda teremos em nossa visão uma vaga lembrança como esta: - Mas não é que é verdade mesmo!
Primeiro iremos superficialmente pelo lado biológico quanto ao formato dos órgãos genitais dos porcos, em formato de parafuso e rosca; daí fica a critério entre macho e fêmea a melhor interpretação; porém o termo torcer o rabo era utilizado no o ato de separar as brigas entre os porcos no chiqueiro de forma a permitir ao apartador da briga (geralmente o dono dos porcos) maior controle sobre os animais... Também há controvérsias entre as variantes da língua portuguesa entre nós e os patrícios portugueses quanto ao uso da palavra chiqueiro e suas derivações; aqui guardamos os porcos no chiqueiro mas os lusos guardam os chicos (nome dados aos porcos nos país) dentro do chiqueiro. Portanto a adaptação de tal nome ao viver popular é mais uma das infelizes raízes zombadoras que herdamos de nossos exploradores.
Será que existem diferenças ou semelhanças entre tais fatos e nós? Do jeito que somos tratados.... Até parece que somos porcas para aceitar de cima qualquer parafuso. No meu superficial conhecimento de medidas não acredito que algo grande caiba em algo pequeno, mas bem sei que o pequeno cabe bem em medidas maiores. A cultura popular tem aumentado; não pelos pequenos que a deveriam incentivá-la e sim pelos muitos grandes que vão para fora de suas delimitações geográficas em meios físicos e até mesmo virtuais para portar o estandarte cultural. Viva a arte!
E você vai virar parafuso ou aceitar ser a porquinha?
Até ...
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Sistema de Origem
PENC
Autor/a
Descrição
Poeta, escritor e membro da ATLA(s) Academia Timbaubense de Letras e Artes, da SPVMT - Sociedade dos Poetas Vivos e Mortos de Timbaúba e da UNICORDEL - PE - União dos Cordelistas de Pernambuco. Nascido em Timbaúba, zona da Mata Norte de Pernambuco, à 09 de fevereiro de 1986. Onde busca nos seus escritos o auto-resgate da cultura popular do Nordeste Brasileiro, fazendo uma mistura eloqüente do real com o abstrato.
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