Miniatura

Descrição
O nosso tempo é medido
No pulsar do coração;
Às vezes passa corrido
E às vezes não passa, não!
Por estar longe de ti
O meu peito mal badala
E o relógio vai, não vai...
O dia dobra de escala!
Quanto maior à distância
Que estás da minha mão,
Maior é a impedância,
Maior a dilatação!
Agora, se acaso estás
Dentre a cerca dos meus braços;
O tempo se alvoroça,
O sol apressa seus passos!
Pois, contigo ao meu lado,
Sofro d’uma arritmia
Que só de piscar os olhos:
Vôte! Já se foi um dia...
Autor: Jessé Costa.
João Pessoa, 01/01/2009
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Tag
amor | arritmia | jessé costa | tempo
Sistema de Origem
PENC
Autor/a
Descrição
Nascido em 14 de novembro de 1987 na cidade de Timbaúba-PE, onde foi criado até os 18 anos; em 2005 mudou-se para João Pessoa-PB para cursar Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal da Paraíba. Em 2011 pegou o beco pra Belo Jardim-PE, onde foi exercer a profissão de engenheiro numa grande indústria pernambucana. Começou a escrever e publicar poesias populares, matutas e cordeis em seu site no ano de 2008. Apaixonado pela simplicidade e beleza do "mêi do mato", é devoto da poesia popular e matuta. Um Poeta que costuma definir sua poesia como sendo "um menino sem mãe, correndo doido em cima do muro que serapa a loucura da razão"; quando questionado, emenda logo que não tem nada de inspiração; e sim doidiça - uma doidiça poética da pior espécie.
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