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CULTURA AFRO NO BREJO DA MADRE DE DEUS
A história do Brejo da Madre de Deus é repleta de acontecimentos que merecem um destaque especial, não só pela sutileza de detalhes que a tornam singular e extremamente fascinante, mas, sobretudo, pelas marcas deixadas por aqueles que tanto contribuíram para a formação de um povo e de uma cultura essencialmente rica.
É relevante reconhecer o quanto todo o seu entorno material conserva as marcas de um tempo passado e conserva as lembranças dos entes mais queridos, lembram fatos importantes da vida individual e ao mesmo tempo, estão associados à memória do grupo.
A importância do negro na construção histórica do Brejo da Madre de Deus é relevante por demais. Quanto de seu suor não ficou marcado nos paralelepípedos dos becos, vielas e ladeiras? Quanto de sua fé, muitas vezes não removeu as serras que circundam esta terra abençoada, ampliando horizontes para que chegássemos ao futuro que é hoje? Quanto de sua voz não acalentou o sono e animou o trabalho dos seus filhos incansáveis? Como negar que corre nas veias dessa gente o sangue dos negros que construíram essa história secular, repleta de lutas e conquistas?
De acordo com o historiador Newton Thaumaturgo, há diversas histórias das prisões nos “troncos” e da grande quantidade de escravos que vivia no Brejo da Madre de Deus, em um lugar conhecido como “Tabocas”, onde diz ter residido o português André Cordeiro, juntamente com seus familiares e alguns escravos, no início do século XVIII.
O historiador afirma ainda que no ano de 1802, vinte anos antes da independência do Brasil, verificou-se, na Igreja Matriz de São José, o batismo de um filho de escrava, a quem todos chamavam por Maria, que era natural da Angola e seu filho, recebeu o nome de “Januário”.
A atriz e escritora Diva Pacheco, em seu livro “Sobras de Terras”, relacionou diversos documentos que comprovam a presença dos escravos no Município, dentre eles, uma nota muito interessante, publicada no Diário de P
Canal
Sistema de Origem
PENC
Autor/a
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. Atriz – DRT nº: 707 – Matrícula: 1157/1989.
Produtora Cultural – FUNDARPE/ Governo de Pernambuco – CPC Nº 00793/08
• Bacharel em Turismo, formada em 2008, pela Faculdade do Vale do Ipojuca – FAVIP Caruaru/ PE
• Assistente de Direção no espetáculo “IMPROMPTU”, de Samuel Beckett - Escola de Arte Dramática – EAD/ USP (1986);
• Diretora de Cultura do Arquipélago de Fernando de Noronha (1990 -1991);
• Atuou no Espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém (1992-1999);
• Coordenadora Cultural da NP Eventos (2000-2008): São João e Micaru (Caruaru/PE), Paixão de Cristo - Nova Jerusalém (Brejo da Madre de Deus/PE); Garanheta (Garanhuns/PE); Miss Pernambuco Recife/PE); Festa das Flores e do Morango (Gravatá/PE); Enduro das Águas (Cupira/PE); Romaria de Frei Damião (São Joaquim do Monte - PE);
• Diretora de Cultura na Prefeitura do Brejo da Madre de Deus (2001-2008).
• Técnica em Gestão de Equipamentos e Patrimônio - FUNDARPE
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Acervo Mônica Mendonça
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Técnica em Gestão de Equipamentos da Fundarpe - Mônica Mendonça em visita à Associação de Capoeira



