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Descrição
EM CAVALO DADO ...
O tempo passa e tudo caminha na velha modinha tanto faz e de fato vemos que em cavalo dado não se mostra os dentes, dito esse que atenta muito bem para a realidade do que recebemos como presente sem nunca termos pedido ou idealizado algo, tudo é simplesmente empurrado de goela adentro.
Recentemente falamos da cultura quatro vezes sem juros, e em épocas de reviravolta econômica e no suor dos forrozeiros foi saldada a segunda das quatro parcelas; no entanto para os que não acompanharam as matérias passadas vão a conhecimento os as parcelas: carnaval, São João, Micaretas e Natal. Talvez isso mude este ano nas vésperas do ano eleitoreiro mas... Esperar para ver é a melhor coisa que se faz.
Tudo é bom lindo e maravilhoso se visto de forma descompromissada, quando não se vê ludibriada nos balões multicores; no entanto o que virá depois disso? Mais uma recessão ou continuação das parcelas na variação dos meses? Em que lugar vamos parar você sabe? Eu creio que estou começando a desconfiar...
A esmola quando é demais o santo desconfia ou em outras palavras, em cavalo dado não se mostra os dentes. Até quando seremos enganados desta maneira?
Cleydson Monteiro
Canal
Sistema de Origem
PENC
Autor/a
Descrição
Poeta, escritor e membro da ATLA(s) Academia Timbaubense de Letras e Artes, da SPVMT - Sociedade dos Poetas Vivos e Mortos de Timbaúba e da UNICORDEL - PE - União dos Cordelistas de Pernambuco. Nascido em Timbaúba, zona da Mata Norte de Pernambuco, à 09 de fevereiro de 1986. Onde busca nos seus escritos o auto-resgate da cultura popular do Nordeste Brasileiro, fazendo uma mistura eloqüente do real com o abstrato.
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