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e recria um mundo de realização e nele o outro também participa e encontra prazer.Mas porque os que não são artistas produzem apenas devaneios pobres, frágeis e inexprimíveis e anseiam por um comforto mais eficiente e porque o artista, com seu sentido de derrota e o seu contato cada vez mais frágil com a realidade, se sente tão solitário como estes devaneadores, ele encontra consolação em confortá-los ?
A beleza formal é senão um premio ao estimulo uma isca ao suborno e prepara apenas o caminho para a realização do verdadeiro prazer que esta oferece : a libertação das tensões psíquicas inconscientes . A beleza não está entre os objetivos do artista: o que interessa são os problemas de existência. Já temos aqui uma boa gama de informações para situarmos o que queremos dizer sobre: geografia poética, mas é preferível que continuemos, pois falta o elemento primordial nessa peleja, que é, a criança e o seu desenvolvimento mental dentro do universo artístico e pedagógico na linguagem do teatro. Para entrarmos nesse universo vamos se apropriar de duas figuras essenciais para a compreensão desse desenvolvimento e como esses conhecimentos nos aproximam da criança e na sua linguagem com sua especificidade. O nosso eterno professor e nosso doutor das artes estudioso dos fatos e da linguagem para criança Marco Camarotti afirmava que deveríamos ter cuidado com aqueles produtores que tem como único objetivo o lado comercial de sua atividade disfarçando-se em argumentos que estão formando platéias para o futuro. A criança não é um ser menor, um projeto de adulto, uma folha em branco que ainda vai ser preenchida. Temos que tratar a criança como um ser completo e complexo em qualquer que seja a etapa do seu crescimento físico e seu desenvolvimento mental.Uma criatura que possui uma estrutura, uma expectativa e uma realidade próprias. Camarotti afirma que devemos ter um conhecimento dos estágios de desenvolvimento mental pelo qual cada criança passa.Esses estágios foram decodificad
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PENC
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Samuel Santos
Ator/ Diretor - DRT nº 1046 - PE
Samuel Santos é ator há 20 anos iniciado no alto José Bonifacio com o grupo teatral pé no chão com o espetáculo “Calendário Tradicional” de Zezo oliveira. Desde 2000 vem trabalhando também nos palcos como diretor e professor de oficinas e cursos de teatro na cidade, em espetáculos adultos e infantis. Tendo na sua formação cursos e oficinas com: Antunes filho, Cybele Forjaz, Antonio Abujamra, Roberto Lúcio, João Denis José Manoel, Bárbara Heliodora e Marco Camarotti.Trabalha também como autor, é de sua autoria o monólogo Riso Flora – A História de Uma Drag Queen, montado em 2003, pela Chaplin e Galharufas Produções, espetáculo esse premiado com “Melhor Ator”, sendo ainda indicado para Diretor e espetáculo, no Festival de Monólogos de Teresina, no Piauí, no ano de 2003. Adaptou com extrema habilidade, o texto “A Terra dos Meninos Pelados”, de Graciliano Ramos, em 2002; com essa peça, ganhou notoriedade e respeito de todos os que fazem o teatro no Estado: 09 prêmios no Janeiro de Grandes Espetáculos/2003, dentre os prêmios, os de Melhor Espetáculo, Ator, Atriz, Direção e Adaptação da obra! No ano seguinte, monta com o Grupo Teatral Arte Em Foco o espetáculo “A Cantora Careca”, agraciado no ensejo, com a honraria de representar o Nordeste no Concurso Criação Teatral Volkswagen, em São Paulo. Também em 2002, é convocado para dirigir o espetáculo “ Não Feche os Olhos Esta Noite”, de Paulo de Oliveira Lima, vencendo no Janeiro de Grande Espetáculos/200, o Prêmio de Melhor espetáculo da Mostra Paralela.
Diversas vezes participou de Leituras Dramatizadas e montagens de espetáculos adaptados de colagens de poemas de autores pernambucanos, pelo SESC, no Projeto “Poetas da Terra”, dentre eles: “Com Um Girassol Vermelho na Mão”, de Marcelo Mário Melo, em 2004; “Um Sorriso Sobre o Oceano com Poemas Vestidos de Amor, de Lourdes Sarmento, em 2005 e, recentemente, foi convocado para dirigir a leitura dramatizada do texto de André Filho: “Outra Vez, Era Uma Vez”
Samuel dirigiu espetáculos também: “A Falecida” de Nelson Rodrigues , em 2000 e em 2003, monta o “Menino Minotauro”, de Luís Felipe Botelho”; “Minha Infância Querida”, de Maria Clara Machado, “São Bernardo”, de Graciliano Ramos; e o texto premiado pela FUNARTE em 2003, de sua autoria “O Amor do Galo da Madrugada Pela Galinha D’Água” em 2006 onde ganha o premio de melhor espetáculo para infância no janeiro de grandes espetáculos . Dirige em 2007 o espetáculo “O Circo Rataplan” de Pedro Veiga com a refletores produção, “O Auto da Barca dos Mundos” e o “Bom Samaritano” de Hermilo Borba Filho. No ano de 2008 dirige “Três Causos de Castro Alves espetáculo “ de Alan Sales e Morse lira neto. produz com o grupo quadro de cena o espetáculo infantil de sua autoria “ “Historinhas de Dentro” onde ganha os prêmios de melhor diretor, autor e melhor espetáculo júri popular no festival janeiro de grandes espetáculos..
Como ator de teatro, trabalhou em: ‘Peter Pan’ direção de Manoel Constantino, O Hipopocaré “ direção de Carlos Carvalho, “Minha Infância Querida “ de Maria clara Machado, direção Carlos Sales, “ Concerto para Virgulino sem Orquestra “ de Vital Santos, “Memórias Póstumas de Brás Cubas “, de Machado de Assis ,” Dois Perdidos numa Noite Suja “, de Plínio Marcos com direção de normando Roberto Santos dentre outros. Atua também em cinema, em 2003 nos longas-metragens: “Amarelo Manga”(2002), , dirigido por Cláudio Assis; com Camilo Cavalcante participou dos curtas: “Matarás”, “Ocaso”, “A História da Eternidade” e “Rapsódia Para Um Homem Comum”. “ O Presidente dos Estados Unidos”. Foi dirigido por Aluisio Abranches no filme : “ As três Marias” , por Tiago Melo em “O Homem que Viveu Metade da Vida e a Outra metade Passou Relembrando. Como oficineiro desenvolve trabalhos na área de improvisação e interpretação teatral com oficinas em: Alagoas pelo SESC, em Recife PELA GALHARUFAS PRODUÇOES E GRUPO TEATRAL QUADRO DE CENA, Carpina pela prefeitura do mesmo município, Taquaritinga do Norte e Triunfo pelo festival nação cultural do governo do Estado de Pernambuco.
Samuel Santos
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