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Miniatura

Descrição
Num lugar intrigante, situado no bairro de Setúbal, um grupo não menos intrigante apresenta, pela primeira vez e a algumas pessoas, a que veio. O lugar se chama Bar do Clécio, um recôndito cantinho completamente despojado, localizado dentro de uma casa comum. O grupo Glauco e O Trem, fez seu show de estreia, no último sábado (25), bastante adequado ao ambiente. Uma penumbra poética dava o tom da apresentação, intimista em seu formato, porém, uma verdadeira ópera dramática e surrealista, no sentido da entonação com que se desvelou aos presentes.
Levando em consideração o perfil dos líderes de banda que conhecemos nos dias de hoje, Glauco Segundo é um frontman sui generis. Moço franzino, leia-se bastante magro e de pequena estatura, com uma voz diferentona, esquisita, mas bastante peculiar. A interpretação visceral que imprime às suas canções e o domínio monstruoso que exerce sobre o teclado são o seu grande trunfo. A intimidade e a ausência de medo com a qual ele mergulha profundamente no que canta, no que diz e no que sente, sem nenhum tipo de economia emocional, são uma constante da primeira à última nota da apresentação.
As músicas foram acompanhadas com atenção pelo público. O clima era muito mais de contemplação do que qualquer outra coisa. Principalmente com a novíssima música, O Amor, ensaiada um dia antes do show. Todas as canções, que já circulam pelo MySpace da banda e são composições que Glauco criou ao longo dos anos, parecem um ato sexual em sua plenitude e agressividade. Vão ganhando corpo e intensidade até chegarem ao seu clímax, um orgasmo incontrolável, no momento em que as coisas ganham maior volume e Glauco faz desmoronar toda sua expressão passional, como se procurasse se libertar e ao mesmo tempo se entregar a todo o amor e todas as dores que estão presentes nas suas músicas e que representam a condição a que se destina o percurso realizado pelo artista em sua trajetória: a bendita/maldita eternidade.
Leonardo Vila Nova (Músico e jornalista
Canal
Tag
banda | crítica | glauco e o trem | música de pernambuco | rock
Sistema de Origem
PENC
Autor/a
Descrição
O Pianísta Glauco César II, nasceu em Caruaru PE, é professor do Conservatório Pernambucano de Música (CPM),Formado no Bacharelado em música pela UFPE,estudou piano e música de câmara com grandes nomes da música, entre eles, Ancuza Aprodu (Romênia), Maria Clara Fernadez (Brasil), Marlos Nobre (Brasil), Eliana Caldas (Brasil), Henriqueta Garcez Duarte (Brasil), Maximiliano Genot (Itália) e Eumir Deodato (Brasil). Terminou o curso de Bacharelado sob a orientação do professor Marco Antônio Caneca. publicou na antologia "vide-verso" da Andross editora SP, participou da antologia do concurso literário Valdeck Almeida de Jesus, Gravou um disco com o poeta Jomard Muniz de Britto, (JMB em Comuna) entre outros trabalhos.
atualmente publica no site: http://olhosgravidos.blogspot.com/
Como compositor escreveu para a extinta banda A Comuna e atualmente escreve para o grupo Glauco e O Trem, trabalha com composição de trilha de cinema e tem o disco “Maldito” com A Comuna, Uivo Vivo com Glauco e O Trem e o EP Notícia Popular também com Glauco e O Trem.
Alguns trabalhos nos sites: www.myspace.com/glaucoeotrem www.myspace.com/glaucocesar
Coletivo
arquivo_original
Glauco e O Trem faz sua estreia no Bar do Clécio.doc
tamanho
22528
foto_credito
Mariana Gama


