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Descrição
Do Cairo aos Árabes, do Nilo à vida...
A nova Odisséia do Gaiamálgama se firma na história conquistadora e audaz dos povos nômades do mundo, nos enredos apaixonantes dos ciganos, dos Tuaregues do deserto, dos percussores Indianos e dos ilustres Árabes. Essas miscigenações folclóricas e culturais que foi trazida pelos viajantes do mundo, puderam enriquecer o mundo com tamanha beleza presentes nas suas línguas, músicas e danças, nos instrumentos musicais (re) inventados e na pluralidade étnica que se criava com as suas peregrinações.
Por volta do ano 1000, por motivos ainda ignorados, iniciou uma migração de indianos em direção ao Ocidente. Nada se sabe sobre estes primeiros migrantes, mas depois de passarem pela Pérsia e pela Turquia, no Século XIII, sua presença já é registrada na Grécia e em outros paises balcânicos. A partir do início do Século XV migram para a Europa Ocidental, onde geralmente dizem ser originários do “Pequeno Egito”, então uma região da Grécia, mas pelos europeus confundida com o Egito, na África.
Essas fusões culturais se mostram com a recriação de peças (músicas) mundiais folclóricas e religiosas. Com uma porção incrível de dialetos e arranjos vocais surpreendentes. A volta no mundo, passeando pela história e costumes dos povos nômades que circulavam e deixavam sua marca por todos os continentes, colhendo, unificando as diversas informações culturais trazidas na bagagem.
Uma união de poesia Judeu-sefardita a vozes de monges beneditinos. Instrumentações orientais e sua cultura milenar. Os festejos dos ciganos húngaros e espanhóis e já, miscigenados aos povos mulçumanos e islâmicos e sua multiplicidade cultural. Introduzimos uma mostra das influências indígenas, portuguesas e espanholas ao afro-brasileiro e aos nômades do Brasil, uma atenção especial, os índios.
Essa inspiradora viagem nos eleva a criar melodias e músicas próprias, identificando melhor nossa proposta, como um filtro, reciclando essas culturas num trabalho ímpar e singular.
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Tag
ambruscamara | celtas | dança indiana | fig | gaiamálgama | garanhuns | indiarabah | josália pimentel | música e dança | world music
Sistema de Origem
PENC
Autor/a
Descrição
Gaiamálgama denota a pluralidade cultural miscigenada sobre Gaia, a mãe Terra. Essa mistura de mitologia e figuração transcreve exatamente o trabalho que o grupo vem realizando há três anos, dentro de um longo período de pesquisa. Nesse espaço, que transfere o tradicional às aspirações contemporâneas, a linguagem “íntima” torna-se o principal mecanismo onde a alma é capaz de sentir toda mensagem incumbida nas canções.
As fusões culturais se mostram com a recriação de peças (músicas) mundiais folclóricas e religiosas. Com uma porção incrível de dialetos e arranjos vocais surpreendentes. A volta ao mundo, passeando pela história e costumes dos povos nômades que circulavam e deixavam sua marca por todos os continentes, colhendo, unificando e trocando as diversas informações culturais percebidas com muita sutileza numa viagem ao imaginário histórico e poético do mundo. Explorando em suas apresentações cênicas, expressões de algumas dessas culturas.
Na maioria das canções o grupo utiliza o Edrâmico - Um dialeto próprio do grupo, especialmente criado para as canções – Originalmente com melodias e músicas próprias, identificando melhor a proposta, fazendo uma fusão cultural, literária e harmônica de várias culturas num trabalho ímpar.
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Grupo Gaiamálgama
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Diorges Albuquerque em 'Indiarabah'


