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Descrição
Por Alexandre Xavier, para o portal Terra:
'Ontem (quinta-feira), uma brasileira chamada Karina Buhr tocou no Sesc Paulista, enquanto que na terça-feira (dia 3), a canadense Alanis Morissette, em queda livre para o ostracismo, lotou o Via Funchal.
Um desperdício de proporções continentais. Devia ter sido o contrário...
...Karina Buhr é destes talentos raros. Ela nasceu em Salvador, mas vem do Recife (mudou pra lá com 8 anos de idade) e é considerada hoje uma das integrantes da 'nova geração de cantoras' da música brasileira.
Apesar de ser 'promessa', já tem um currículo maduro. Desde 1997, está à frente do Comadre Fulozinha, banda bem bacana com um twist de frevo que a deu alguma projeção (eles chegaram até a fazer turnê nos EUA e na Europa). E fez parte também do Teatro Oficina com Os Sertões.
Mas foi só no final do ano passado que Karina chamou a atenção do universo paralelo da música indie. A razão é porque ela começou uma carreira solo com composições impressionantes. E com uma voz que te ganha na primeira nota. Mas o mais sensacional do seu som é o sotaque.
Ela canta com um fortíssimo e irresistível acento pernambucano que cai na métrica e na melodia das músicas como uma luva. As letras são bem inteligentes (ela que escreve) e os arranjos da banda dela são bem bons também.
...O primeiro álbum solo da Karina Buhr sai logo, logo. Por enquanto, dê uma ouvida no MySpace dela: myspace.com/karinabuhr. Não tem erro. Você dará um 'viva' pro Recife também.
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PENC
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Nas palavras da jornalista Patrícia Palumbo:
“Karina é uma compositora talentosa, singular, de poesia tocante. Seu sotaque ao cantar confere uma nota especial ao som. A formação da banda é um grande achado: baixo, bateria, teclados e sopros; não tem nem violão nem guitarra, e os músicos são nossos velhos conhecidos, jovens e incrivelmente talentosos”...”Suas canções tem o lirismo dessas manifestações de raíz, um clima de filme e de romance”.
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Alessandra Fratus


