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Descrição
Depois das idas e vindas e presentes endereçados nunca entregues estamos a navegar nos ermos no consciente para desabafar as mágoas do bolso nas populares “cotinhas ou vaquinhas” tão comumente vistas para retirar os desprecavidos do sufoco ou encher o “bucho” na hora da fome; mesmo partindo pelo lado das finanças entraremos de cabeça em mais uma de nossas análises já que para mover a máquina cultural precisa-se de meios para mantê-la em alta.
Há pouco comemoramos o carnaval, os foliões foram altamente contagiados pela rica e essência dos ritmos presentes em nossa rica cultura; o que nos dá a certeza de que pelo menos elas são lembradas nessas épocas pré-datadas assim como os cheques sem fundos e as ressacas que sempre dão o ar da graça na quarta-feira de cinzas. Porém outros fatores me conduzem por agora, já que pelas épocas pré-datadas só ouviremos algo relacionado a expressão cultural nas épocas juninas, mas porque? Creio que todos se alimentam pelo menos uma vez por dia, e por que não alimentar e estimular o cultural como sobrevivência da essência local todos os dias do ano? Acho que é por que... Ah, então que tal uma vaquinha para tirar a cultura da miséria?
Sei lá, tal e coisa, coisa e tal... O importante é que ainda estamos pulando, só não sei em que direção, mas creio ser pra frente da vaquinha que emperrou de tanta magreza... Tenho recebido com positivismo os falares da crítica e acredito que as coisas estão clareando em vista do apagão em que vivíamos, creio que a dança da vaquinha já foi dançada por alguém antes de mim! Sei lá... Tal e coisa, coisa e tal...
O importante é prosseguir dançando a fazendo vaquinhas e cotinhas de todos os lados para que tenhamos pequenos focos culturais já que a cultura das massas são pré-datadas! Mas vamos lá, um dia chegamos lá! Sei lá, tal e coisa, coisa e tal...
Canal
Sistema de Origem
PENC
Autor/a
Descrição
Poeta, escritor e membro da ATLA(s) Academia Timbaubense de Letras e Artes, da SPVMT - Sociedade dos Poetas Vivos e Mortos de Timbaúba e da UNICORDEL - PE - União dos Cordelistas de Pernambuco. Nascido em Timbaúba, zona da Mata Norte de Pernambuco, à 09 de fevereiro de 1986. Onde busca nos seus escritos o auto-resgate da cultura popular do Nordeste Brasileiro, fazendo uma mistura eloqüente do real com o abstrato.
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