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Descrição
A primeira exposição pública de trabalho da Universidade Livre de Teatro Vila Velha é nesta quinta-feira (04/04), às 20h, na sala principal.
A proposta de experimento do diretor teatral Marcio Meirelles se conecta aos projetos de interpretação, de Chica Carelli, dramaturgia, de Hayaldo Copque, processos de construção e encenação, de Martin Domecq com a colaboração de Bertho Filho, produção colaborativa e economia criativa em redes digitais, de Pedro Jatobá, manipulação de som e imagem, de João Milet Meirelles, e canto, de Marcelo Jardim.
A investigação do processo se apóia no universo monstruosamente sombrio e poético da obra Frankenstein, de Mary Shelley (1797-1851), autora nascida em Londres que escreveu o romance de terror aos 19 anos de idade. O clássico narra a história de uma criatura construída em laboratório, e a seguir rejeitada, por um estudante de ciências naturais, retomando os mitos de Prometeu e de Lúcifer.
Depois, a criatura veio a ser nomeada e popularizada com o nome do seu criador (Victor) Frankenstein, isso pouco depois da publicação e sucesso inicial da obra, quando o monstro foi citado para alertar dos perigos de determinadas políticas públicas que estavam sendo propostas, e mais massivamente devido a segunda adaptação para o cinema do diretor inglês James Whale, em 1931. A primeira foi em 1910, produzida pela empresa de Thomas A. Edson.
Mais Informações: http://www.teatrovilavelha.com.br/noticias-gerais/743-universidade-livre-de-teatro-vila-velha-apresenta-frankenstein-experimento-1
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2013 | corais | cultura digital | gestão colaborativa | moeda social | produtora cultural colaborativa | salvador | universidade livre de teatro vila velha
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Mestre em Gestão e Desenvolvimento Social pela Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). Atualmente é diretor de ações culturais do Instituto Intercidadania, Coordenador de Formação e Articulação da Rede Colaborativa iTEIA, integrante da Cooperativa EITA (Educação Informação e Tecnologia para Autogestão).
Atuou profissionalmente em Porto Alegre / RS como programador e pesquisador entre 2004 - 2007 em empresas como Telefônica / VIVO, Transportadora Mércurio e Hewlett-Packard (HP) no desenvolvimento de sistemas internos e para clientes utlizando tecnologias como UNIX, C, JAVA, ORACLE e J2EE.
Em 2009 foi bolsista CNPQ na Ação Cultura Digital do Ministério da Cultura onde ajudou a criar o GT Sustentabilidade focado no uso de software livres para economia solidária. Recebeu o prêmio Tuxáua Cultura Viva em reconhecimento ao projeto Estrada Viva que fomentou nas cinco regiões do país, entre 2007 e 2010, a tecnologia social das Produtoras Culturais Colaborativas na rede nacional de pontos de cultura.</
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Jatobá





