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Dub e festivais independentes foram as pautas da Plataforma Pernambuco Nação Musical desta quarta-feira (23). No primeiro momento Nelson Meirelles apresentou o projeto Digitaldub Sound System. Em seguida Fabrício Nobre apresentou e tirou dúvidas sobre a Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin).
Iniciado na década de noventa, o projeto Digitaldub Sound System levou a música jamaicana para escolas públicas do Rio de Janeiro, promovendo a formação musical através de oficinas. Hoje o projeto é uma festa semanal, com pontes de contato para shows internacionais, além de selo para gravação de EPs em vinil e em CD e de ridims (bases instrumentais fixas que originam canções diferentes, em um modo de produção semelhante ao aplicado na Jamaica).
'A Jamaica é o maior produtor musical per capta do mundo', definiu Meireles, que em sua explanação explicou as lógicas de produção dos Sound Systems jamaicanos, que foram os embriões para a formação do dub, do reggae e do ska.
Já Fabrício Nobre falou sobre os dois Abrafin, que já é uma entidade reconhecida pelo Ministério da Cultura. 'Os festivais são o meio das bandas entrarem no mercado', comentou o presidente da associação, que elaborou um calendário de festivais independentes. 'Para entrar pra Abrafin são necessários dois compromissos. Primeiro os produtores precisam ser compromissados com a cena local. Também é necessário que esses festivais tenham continuidade. Essas definições eliminam os oportunistas e picaretas', sentenciou.
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Nelson Meirelles apresentou as ações do projeto Digitaldub Sound System. Já Fabrício Nobre, presidente da Abrafin, explicou o funcionamento da associação
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Guilherme Gatis
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