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Por unanimidade, os jurados do Primeiro Festival Internacional de Cinema Documental do Uruguai concederam, na sexta-feira, 15 de dezembro, o prêmio de melhor documentário ao brasileiro “Oscar Niemeyer, a vida é um sopro”, de Fabiano Maciel. O prêmio é representado por uma estatueta do artista uruguaio Octavio Podestá. Os jurados consideraram que a obra foi a mais importante do Festival e que o realizador captou com sensibilidade e beleza todos os significados artísticos e humanos da exemplar figura da arquitetura mundial que é Niemeyer.
Outra produção brasileira, “Batatinha e o Samba oculto da Bahia”, de Pedro Abib, recebeu menção honrosa dos jurados.
O Prêmio Intendencia Municipal de Canelones “Alberto Mántaras”, destinado ao melhor documentário uruguaio, foi para “Al pie del árbol blanco”, de Juan Álvarez. O júri considerou que a obra contribui com o resgate da memória do passado recente do Uruguai. O prêmio para esta categoria foi de U$S 1.500,00.
O Prêmio Unión Latina foi concedido ao documentário “El corazón”, de Diego García Moreno (Colômbia), por utilizar linguagem inovadora para fazer o público refletir sobre a realidade colombiana. O Prêmio Centro Comercial de Atlántida foi para “La Espera, Antonio Di Benedetto”, de Guillermo Costanzo y Federico Cardone (Argentina), por valorizar a figura do escritor com grande sensibilidade cinematográfica.
O júri que foi formado por Marcelo Céspedes (Argentina), Guido Araujo (Brasil) y Mario Jacob (Uruguai).
A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura e a Divisão do Audiovisual do Ministério das Relações Exteriores apoiaram, durante o Festival, um Seminário-Oficina sobre Produção Executiva.
SAv/Minc, com informações da coordenação do Festival.
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“Oscar Niemeyer, a vida é um sopro” foi melhor filme; outro brasileiro recebeu menção honrosa
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Cartaz do Filme 'Oscar Niemeyer, a vida é um sopro'
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