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Vários artistas e convidados estiveram reunidos, na última segunda-feira (11), na Associação Cultural e Assistencial dos Artistas de Pernambuco (Acaape) para comemorar os nove anos da instituição, fundada em 7 de junho de 1999. O Confraria Cultural Zamboclã, do Ibura, os dançarinos do Estúdio de Dança Alexandre Spain e a Orquestra de Câmara Ciudad de Granada, da Espanha, foram alguns dos grupos que se apresentaram no evento.
A entidade, que não tem fins lucrativos e atende crianças a partir dos 10 anos, tem como objetivo valorizar o conteúdo artístico produzido por jovens e adultos carentes e em situação de vulnerabilidade social. Cerca de 800 pessoas participam, atualmente, da associação.
Divulgar bandas, promover feiras e capacitações, formar novos grupos, oferecer aulas práticas e teóricas em instrumentos musicais e cursos profissionalizantes de auxiliar em escritório, recepção hospitalar, recepcionista e técnica de vendas são alguns dos serviços oferecidos pela Acaape aos moradores do bairro de Casa Amarela. Cultura, educação e empreendedorismo são pontos muito trabalhados pela associação para incluir as pessoas assistidas pelo projeto no mercado de trabalho.
A fundadora e presidente da ONG, Telma Andrade, fala que é muito importante desenvolver um trabalho que tem a responsabilidade social como base. “O que funciona aqui é uma oficina de talentos. Estamos fazendo um trabalho sério e que pretende ajudar artistas que não têm incentivo e recursos financeiros a se destacar no mercado. Para os grupos de dança popular, maracatu, forró e conjuntos que enaltecem a cultura do nosso estado sempre haverá espaço na nossa casa”, disse a presidente.
O presidente da Federação das Bandas de Música de Pernambuco, Renan Pimenta, conheceu a Acaape no ano passado e reconhece o trabalho desenvolvido pela associação. “Ações com a de Telma são de fundamental importância para a cidade. Aqui, as pessoas não só encontram capacitação profissional, como recebem uma grande assistência”, afirmou Renan.
A coordenadora de Artesanato da Acaape, Sílvia Nogueira, sente-se beneficiada com os cursos oferecidos e com as reuniões que acontecem, mensalmente, na ONG. “Muitas parcerias surgem a partir dos encontros que temos com outros artesãos. Estou mais amparada quando troco experiências e informações com outros artistas”, explicou Sílvia. Nas reuniões são discutidas estratégias para alcançar o mercado e apresentados parceiros que facilitam a participação dos artistas em eventos.
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Por Danielle de Moraes
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Foto: Paulo Ramalho
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