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Descrição
Vinte e seis oficinas em cinco dias de atividades. Cerca de 500 participantes. Como facilitadores, grupos ligados a pontos de cultura e profissionais de diversas linguagens artísticas. Assim foi a semana das Oficinas de Formação Cultural que, nesta sexta-feira (24), chega ao fim apresentando os resultados obtidos durante a aprendizagem. A produção dos alunos e alunas pode ser conferida na Aesga (Autarquia de Ensino Superior de Garanhuns) e no Quilombo de Castainho – locais onde também aconteceram as oficinas de formação – e no espaço de Cultura Popular, à tarde.
Na Aesga, a partir das 14h, os participantes das oficinas irão expor suas produções com exposições de fotografia, artesanato, pintura e gastronomia. Haverá também apresentações artísticas e exibições dos vídeos realizados a partir das aulas de vídeo e animação. No Palco de Cultura Popular, a partir das 16h, serão realizadas as apresentações frutos das oficinas de dança, música, caboclinho, cavalo marinho, coco, além de um recital de poesia.
Em Castainho, a socialização dos resultados das oficinas ocorre das 14h às 16h. A partir das 16h, o público assiste as apresentações culturais do Coco de Roda Sebastião Juventino da Silva, do Ponto de Cultura Chã de Negros, de Passira; Grupo Castelo Branco, de Castainho; Centro de Formação Musical e Danças Tradicionais, do Ponto de Cultura Coral Infantil do Sítio Estivas; e do Grupo de Coco Palha Verde, do Ponto de Cultura Identidade e Cultura X Novos Talentos.
De acordo com a Coordenação de Formação Cultural, da Fundarpe, adolescentes e jovens estudantes da rede pública de ensino foram o maior público, além de educadores e de jovens da Funasa, em situação de conflito com a lei, que participaram das oficinas acompanhados de seus monitores: uma oportunidade de unir educação, cultura e inclusão social. “Nossa avaliação é bastante positiva”, afirmou Terezinha de Jesus, coordenadora de Formação Cultural.
INCLUSÃO E MERCADO – Algumas das oficinas trouxeram como diferencial o trabalho específico com os grupos de remanescentes de escravos, como as que aconteceram em Castainho, das quais participaram, além de membros daquele quilombo, quilombolas do Sítio Tigre e do Sítio Estivas, além de Chã de Negros, de Passira. Som da Pele também foi uma das oficinas que trouxe a inclusão para o centro da roda de discussão. Com público-alvo de deficientes auditivos, a oficina, orientada pelo músico Irton Mário (conhecido como Batman) mostrou que é possível, sim, trabalhar os sons e fazer música, explorando outros sentidos.
A inserção do profissional de música no mercado de trabalho foi outra temática proposta nesta edição do Festival de Inverno de Garanhuns. Através da Oficina O Negócio da Música, facilitada por Leonardo Salazar, os participantes observaram que geração de renda e arte têm tudo a ver. Algo, aliás, que pôde ser observado durante todo o festival.
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Público confere nesta sexta (24) produção das oficinas de cultura popular, artesanato, dança, música e circo
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Mariana Reis
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Priscilla Buhr/olhonu
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Oficina de Cavalo Marinho no FIG
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