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Hoje a segunda edição do Festival de Cinema de Triunfo chega ao fim e, com ela, encerram-se também as oficinas culturais de capacitação que foram oferecidas durante o evento.
Ainda na Festa do Estudante, que aconteceu entre 27 e 31 de julho, a oficina de audiovisual “Como analisar um filme” foi ministrada pelo crítico de cinema Alexandre Figueirôa. Nela os alunos foram apresentados ao mundo da sétima arte através de noções de roteiro, etapas de realização, montagem e história do cinema mundial, brasileiro e pernambucano para, mais tarde, comporem o júri popular do Festival de Cinema.
Essa semana, durante o evento que exibiu em Triunfo filmes da atual safra audiovisual brasileira, foram oferecidas as oficinas Caçando Locações e Cine Anima – Oficina de Cinema de Animação. A primeira fez uso da própria cidade para aprimorar o olhar cinematográfico dos alunos em busca de locais apropriados para filmagens, através de aulas práticas e teóricas. “Gostei muito! Já fiz outras oficinas na área, mas nenhuma foi parecida com essa. Eu aprendi como sair do usual ao escolher uma locação e ainda tive a chance de conhecer a cidade”, comemora a estudante Emanuelle Cavalcante, de 17 anos.
Já o minicurso de animação, o Cine Anima, montou em Triunfo um estúdio de desenho animado completo, ainda que simplificado. Nele, os alunos com habilidade para desenhar, orientados pelo cineasta de animação Lula Gonzaga, aprenderam a fazer filipetas, livros mágicos e tiras de zoétropo, mas foram inclusos em um projeto ainda maior. “O Cine Anima é uma oficina itinerante que já passou por outras cidades. Em cada uma delas nós fizemos um trecho de um longa-metragem sobre a história de Pernambuco, o Paranambuco, que será executado pelas mãos de alunos de todo o Estado”, explicou Gonzaga. E Triunfo já fez sua parte.
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Natália Dantas
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