Miniatura

Descrição
Obra do historiador pernambucano sobre a farinha de mandioca, estuda as relações simbólicas do ato de comer a partir do encontro de índios e europeus.
Absorvendo os acepipes com caldo, a farinha de mandioca permitiu o melhor aproveitamento das comidas preparadas à base de molho, função esta exercida pelo pão de trigo que não constava nas mesas dos menos faustosos; tornou-se grande mãe dos pirões e farofas que estão consolidados na culinária nacional e também serve de base para beijus, mingaus e papas.
Unindo o feijão e o arroz na mistura diária da ementa da população, a farinha de mandioca, possivelmente, fortaleceu os laços de pertencimento e se mantém com um dos elementos identitários mais consolidados entre os nordestinos. Esses são alguns tópicos do livro Mexendo o Pirão, de Adriano Marcena que será lançado no dia 15 de dezembro (sábado), às 10h, no Mercado da Boa Vista, centro do Recife.
Com prefácio do renomado antropólogo Raul Lody e orelha assinada pelo historiador e arqueólogo Plínio Victor, Mexendo o Pirão, de Adriano Marcena, nos oferta importante obra não apenas sobre os aspectos da História da alimentação no Nordeste brasileiro, mas e, principalmente, sobre o que somos enquanto sujeitos históricos e simbólicos a partir do que levamos à boca. O projeto de publicação recebeu incentivo do governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura.
Serviço: Lançamento
Título: Mexendo o Pirão: importância sociocultural da farinha de mandioca no Brasil holandês (1637-1646)
Tema: História da alimentação
Páginas: 160
Local de lançamento: Mercado da Boa Vista – Recife-PE
Data: 15 de dezembro de 2012 (sábado)
Horário: 10h
Preço do livro: R$ 20,00.
Edição: Funcultura, Governo do Estado de Pernambuco.
Canal
Tag
adriano marcena | comida e identidade cultural | cultura brasileira | cultura índigena | cultura pernambucana | farinha de mandioca | gastronomia pernambucana
Licença
Sistema de Origem
PENC
Autor/a
Descrição
Adriano Marcena nasceu no Recife-PE. Estudou teatro no Curso de Formação do Ator, UFPE e também é licenciado em História. Publicou: Trilogia da Miséria Humana (1995), A Ópera do Sol - Uma Odisséia Nordestina no Sertão Pernambucano - Ópera-repente (Prefeitura da Cidade do Recife, Conselho Municipal de Cultura,1998), Jaboatão Histórias e Lutas (Ed. Autor, 2001), Teatro Completo Um: textos para 1,2 e até 3 atores (BNB Cultural), Dicionário da Diversidade Cultural Pernambucana (2010), Mexendo o pirão (Funcultura, 2012) Dicionário Escolar da Diversidade Cultural Pernambucana - livro Digital(Funcultura, 2014)e Raspando Tacho - Comida e cangaço(Funcultura, 2012). Recebeu o Prêmio Nacional de Estímulo à Dramaturgia, outorgado pela FUNARTE/Ministério da Cultura do Brasil para a obra A Ópera do Sol, em 1996, o Prêmio Elpídio Câmara de Teatro concedido pelo Conselho Municipal de Cultura da cidade do Recife e o Prêmio Nacional Mais Cultura de Literatura de Cordel 2010, para mesma obra. Atualmente é Presidente da Academia de Letras do Jaboatão dos Guararapes - ALJG.
Coletivo
tamanho
0
foto_credito
Vicente Simas
foto_legenda
Novo livro de Adriano Marcena tem incentivo do Funcultura




