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Descrição
Os membros do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) - que reuniu-se pela primeira vez nesta quarta-feira, 19 de dezembro, em Brasília - propuseram que as deliberações do colegiado sejam amplamente divulgadas.
No encerramento do encontro, o ministro da Cultura, Gilberto Gil, agradeceu a vinda de todos os conselheiros e falou da importância da missão. “Vocês vão colaborar com o conjunto da sociedade brasileira, com o sonho, com a necessidade, com a demanda, a fome nacional brasileira. O Conselho é uma instância onde vocês vão poder dar resposta às perguntas que já devem estar formuladas pela dimensão representativa que vocês trazem.”
Propostas
O secretário executivo do Ministério da Cultura, Juca Ferreira, fez uma pequena síntese dos assuntos já discutidos pelo CNPC nessa primeira reunião: a criação de um portal para o CNPC, a retomada da arquitetura brasileira como referência mundial, o tratamento das crises nas cidades como uma questão cultural estratégica, a disponibilidade de novas tecnologias para o desenvolvimento cultural e as ações já realizadas para o crescimento do setor museal, dentre outros assuntos.
Juca Ferreira ressaltou que o MinC tem que avançar em três dimensões - gestão, técnicas artísticas e culturais, e base tecnológica. “O Mais Cultura não poderá ser plenamente desenvolvido sem os gestores culturais dos municípios.” Também falou sobre as Câmaras Setorias - órgãos consultivos vinculados ao CNPC - e da necessidade de consolidar um canal organizado para o diálogo, a elaboração e a pactuação permanentes entre os segmentos das artes e o ministério.
Para o secretário executivo do MinC, a retomada das Câmaras Setoriais deverá se dar em roteiros muitos claros para propiciar o avanço dos trabalhos. “Nesse momento, com essa reunião, está aberto um debate. Todos os outros tipos de fóruns, que são igualmente importantes, não serão capazes de produzir um processo que reúna todos os elos de uma cadeia produtiva para se produzir uma sinergia”.
Juca Ferreira mencionou, ainda, a importância da participação de representante dos povos indígenas no Conselho. “Nós estranhamos que o Ministério da Cultura do Brasil não trabalhasse sistematicamente com os povos indígenas e nós queremos fazer essa ampliação a partir da fala e dos desejos dos povos indígenas.”
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Primeiro encontro encerra-se com propostas para o desenvolvimento cultural do país
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Marcelo Lucena, Comunicação Social/MinC
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