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Durante abertura da Teia Nacional, Janja Silva destacou a importância da cultura no Pacto Nacional contra o Feminicídio
O combate à violência contra as mulheres é transversal e vem recebendo cada vez mais atenção do Governo do Brasil para a criação de políticas públicas que integrem todos os setores sociais a partir do Ministério das Mulheres.
Durante a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura que está ocorrendo em Aracruz, no Espírito Santo até o dia 24 de maio, participantes e público em geral podem conhecer uma das ações do Ministério, a Tenda Lilás. Uma construção coletiva que leva informações para espaços públicos e aproximam a rede de proteção e prevenção à violência não apenas das mulheres, mas de todas as pessoas já que, como reforça Tainara Machado, educadora no projeto, “a gente entende que a vida das mulheres deve ser um compromisso coletivo. Nós mulheres queremos continuar vivas e pra isso a gente precisa dialogar, precisa trazer informação e precisa construir esse espaço coletivo de preservação das nossas vidas”.
Tainara complementa que “a importância da Tenda Lilás estar na Teia é por que a cultura é muita importante, tanto para a transformação social, mas também por que a cultura está em todos os lugares. Não existe comunicação, informação sem cultura, então estar aqui na Teia é muito gratificante pra nós por que é aliar o Ministério das Mulheres e o Ministério da Cultura pela vida das mulheres e no combate à desinformação”
Já Rayssa Cruz assistente do Conselho Nacional do Direito da Mulher - CNDM destaca que estar em um espaço como a Teia “é algo muito importante não somente para o Conselho como para o Ministério das Mulheres uma vez que a ideia é sempre proteger as mulheres, ajudando elas no que diz respeito às políticas públicas para que elas possam ter acesso às informações, para que elas possam se proteger ainda mais”.
Em todo o país é histórico o protagonismo das mulheres na cultura de base comunitária, em festejos populares e na preservação das culturas populares tradicionais onde também são impactadas pelas diversas formas de violência como a falta de reconhecimento de seu trabalho, rendas menores ou inexistentes, além dos assédios, abusos e violências físicas. A partir da Política Nacional Aldir Blanc inúmeros projetos e Pontos de Cultura tem desenvolvido ações e produtos culturais que denunciam e acolhem mulheres vítimas de violência e se colocam como caminhos também para geração de trabalho e renda com construção de autonomia e autoestima.
A primeira-dama Janja Silva, durante a cerimônia de abertura da 6ª Teia Nacional ocorrida no dia 21 de maio, reconheceu as dificuldades vivenciadas pelas mulheres nos Pontos de Cultura e reforçou “Esses espaços são para falar de música, literatura, arte, ter aulas, mas também precisamos transformar corações e mentes dos nossos companheiros, filhos e pais e dizer que nossa vida importa, nossa vida vale muito."
Por Náthaly Weber
Cobertura Colaborativa Teia 2026
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Graduada em Comunicação Social - Relações Públicas é também Produtora Cultural e assessora a banda Bataclã FC e o grupo de percussão afro gaúcha Alabê Ôni.
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Fotos Adenka Luna
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