Descrição
À 1h, enquanto Geraldo Azevedo entrava no palco, na Praça Dom José Lopes, do outro lado, no Monte das Graças, o cruzeiro resplandecia sob luzes e cores produzidas por um espetáculo de fogos de artifício, marcando a abertura da 8ª Festa da Renascença, realizada em Pesqueira, através do Festival Pernambuco Nação Cultural, promovido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).
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Durante o show, Geraldo fez uma breve descrição da proposta do seu show: “Essa é uma noite com músicas para fazer mexer com os pés, mas também com o coração”. A temperatura amena, que se manteve por volta dos 18ºC, otimizou a programação do evento, levando cerca de 3500 pessoas a prestigiarem o show do cantor, que tocou antigos sucessos, como Moça Bonita, Tempo Tempero e Dia Branco, apresentadas em ritmo de forró, além de músicas do disco novo, O Brasil Existe em Mim: O Paraíso Novo e O nome do Mistério.
A noite do palco foi aberta com as cores e ritmos do espetáculo Sagração das Etnias, de Maria Paula da Costa Rego, seguida pela prata da casa, Ópera Banda Show, e Irah Caldeira. Esta última, mineira radicada em Pernambuco, esteve acompanhada por quatro bailarinas da Companhia de Dança Gisele Andrade, levando um repertório recheado, especialmente, com canções do Mestre Gonzagão.
Nesta quinta-feira (07), Pesqueira também recebeu a intervenção urbana, Tela: Processo de Criação. Apesar da chuva que caiu durante toda a tarde, o pintor Carlos Frederico deu vida à uma tela de 10 x 1,4 m, que formou uma extensão do palco principal. O retrato, composto por cores primárias e símbolos simples, foi idealizado a partir do projeto Das Calçadas de Olinda, do mesmo artista, cujo objetivo é valorizar “os desenhos deixados nas ruas do Sítio Histórico de Olinda, a arte do pintor rupestre moderno”, conforme relatou Frederico.
Às 17h30, aconteceram, ainda: a peça Dançando nas Alturas, executada por 12 bailarinos da Cia. de Danças Populares de Tuparetama, que convidaram crianças e adultos da platéia para dançar em uma quadrilha improvisada, na Lona do Colégio Cristo Rei; e o projeto Círculos de Leitura, no Casarão da Peixe, que neste primeiro dia de festa debateu o tema Literatura é coisa de Cinema, com participação do jornalista e romancista, Homero Fonseca, e do escritor e crítico de cinema, Fernando Monteiro.
Sistema de Origem
Fundarpe
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Acompanhado de show pirotécnico, o artista pernambucano embalou público com releituras de sucessos da sua carreira em ritmo de forró
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Maíra Brandão
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