Descrição
A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), através do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), apresentou, na manhã desta terça-feira (16), o projeto arquitetônico para a sala Roque de Brito Alves, que será criada no Mepe para abrigar o acervo de peças em cerâmica doado pelo colecionador que dá nome ao espaço. O projeto é assinado pelo arquiteto Carlos Augusto Lira, que este presente na apresentação, junto com a presidente da Fundarpe, Luciana Azevedo, a diretora do museu, Margot Monteiro, além de Brito Alves.
O novo local vai distribuir de forma harmônica as 65 peças, entre vasos, pratos, louças e jarros, cedidos ao Mepe pelo colecionador em 2003. As obras são do período do Império, em sua maioria compreendendo o período de 1840 a 1880, todas adquiridas na Europa, já que na época o Brasil não produzia louça.
'Isso nunca tinha sido exposto oficialmente desde a doação. Fiquei tão satisfeito com resultado do projeto, que resolvi doar mais 11 pratos e mais um par de jarros da minha coleção', revelou Brito Alves, que é advogado e professor, e traz no sangue o amor por peças antigas. 'Herdei do meu pai as peças e a paixão por coleções', completou.
Para Carlos Augusto Lira, o projeto pretende dar visibilidade às peças, sem deixar de lado a segurança desse acervo. 'Toda sustentação será em madeira e aço, já que as peças muito pesadas e precisam de uma estrutura mais robusta. Todos os cuidados foram tomados', contou o autor do projeto, que estima em dois meses a conclusão dos trabalhos. Até o fim da semana, a direção do Mepe dará início à obra, que está estimada em R$ 25 mil.
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Projeto assinado pelo arquiteto Carlos Augusto Lira vai receber as peças doados pelo colecionador Roque de Brito Alves, que dá nome ao espaço
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