Descrição
No primeiro dia da Mostra Competitiva do 2º Festival de Cinema de Triunfo, a presença da criançada não passou despercebida. As três primeiras animações do evento, com classificação livre, foram exibidas para um Cine Teatro Guarany cheio e disposto a conhecer melhor as obras que compõem a programação da festa do audiovisual no Sertão do Pajeú.
Inaugurando a competição, o brasiliense Rua das Tulipas, do diretor Alê Camargo, fez uso de técnicas de animação para contar a história de um inventor que criou soluções para seus vizinhos e deixou todos felizes, até sentir que ainda faltava fazer algo para si. 'A nossa idéia ao fazer o Rua das Tulipas é mostrar, antes de mais nada, que com empenho qualquer um pode realizar um filme. Hoje sou eu que estou aqui, amanhã pode ser um de vocês', explicou Camargo à platéia infantil. Também no formato de cinema digital, os curtas SomoS SomoS, sobre uma antiga fábula da Zona da Mata de Pernambuco, e Bartô, que narra a revolta de um bode contra um lenhador decide cortar sua árvore predileta, foram bastante aplaudidos.
Para uma público um pouco mais velho, a partir dos 12 anos, quatro curtas-metragens em formato digital concorreram na segunda-feira. Além dos filmes Depois do Jantar, de Alba Azevedo e Nana Viana, A Vermelha Luz do Bandido, de Pedro Jorge, e Maridos, Amantes e Pisantes, de Angelo Defanti, o curta pernambucano Tebei narrou os costumes de uma pequena comunidade de tecelões e agricultores no Sertão de Itaparica, a Olho D'Água do Bruno, que é a única a manter viva a tradição do Coco de Tebei em todo o Estado.
À noite, na programação musical do festival, o Quarteto Romançal, grupo idealizado pelo violonista Antônio Madureira, apresentou seu trabalho que mistura música erudita com elementos das raízes populares da cultura brasileira, e, em seguida, a banda triunfense Só Triscando encerrou a noite com muito forró.
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Natália Dantas
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