Descrição
Mais um dia com apresentações de artes cênicas no 18° Festival de
Inverno de Garanhuns (FIG). Neste sábado (19), além do espetáculo
circense Outra vez, era uma vez... houve a primeira apresentação de
dança do festival, As Andanças do Divino. Pouco mais de duas mil
pessoas lotaram os dois espetáculos, que aconteceram no Parque Euclides
Dourado.
Outra vez, era uma vez..., espetáculo produzido pela
Companhia Fiandeiros de Teatro, deu início a sua apresentação às 16h.
Antes das lonas serem abertas para o público se acomodar, as pessoas já
faziam uma longa fila em frente ao circo. O espaço ficou lotado e
conseguiu reunir pouco mais de mil pessoas. Diferente de ontem, os
adultos eram maioria, apesar de muitas crianças estarem presentes.
O
espetáculo conta a história de um escritor que não consegue terminar
uma obra e precisa ser ajudado pelos seus próprios personagens a
encontra um final para seu texto. Eles acabam passeando pela história e
refletindo temas como a amizade, a diferença entre as pessoas, o
respeito com o outro e a força que a união tem quando se precisa
atingir algum objetivo. Destaque para o trecho da conversa entre o
pássaro e o peixe, onde foram usados fantoches, e para as brincadeiras
cantadas que abriam as portas para um maior contato com o público
infantil. Ao final da apresentação, as crianças além de aplaudirem,
invadiram o palco para abraçar, conversar e tirar fotos com os
personagens.
Logo em seguida foi a vez do público lotar o palco
de dança. Cerca de 1200 pessoas esperavam pela apresentação do Balé
Popular do Recife, com As Andanças do Divino. Mas antes desse
espetáculo, o público assistiu uma campanha educativa sobre o trânsito
montada pelo Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco
(DER-PE).
Às 18h15, As Andanças do Divino entrou no palco. Com
43 integrantes, entre técnicos, dançarinos e atores, o Balé Popular do
Recife mostrou um enredo que mistura a história de Pernambuco com a
história da Paixão de Cristo. As conhecidas passagens bíblicas foram
traduzidas em coreografias com base na cultura popular pernambucana. O
roteiro foi criado por Antonio José Madureira e possui 33 cenas, que
duram cerca de uma hora e vinte minutos. O espetáculo estreou em abril,
no Teatro Santa Izabel, no Recife, em comemoração aos 30 anos do grupo
e deve seguir pela estrada até o mesmo mês do ano que vem.
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Cerca de duas mil pessoas compareceram à lona e ao palco de dança montados no Parque Euclides Dourado
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Carol Araújo
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