Depois da tempestade vem à bonança, este ditado popular exprime bem a situação do cinema brasileiro. Quem diria que a, pois a quebra do inicio anos noventa, a produção cinematográfica brasileira iria ressurgir de suas próprias cinzas. Com certeza tem tudo a ver com as três indicações ao Oscar pelos filmes (“O Quatrilho” (1995), “O Que é Isso, Companheiro” (1997) e “Central do Brasil” (1998)) que nos presenteou com a atual desinibição.
Recentemente ingressou no movimento poético Poesia e vida o qual proporcionou a participação na bienal do livro de Pernambuco (2007) onde teve papel relevante como expositora e como atração cultural. Ministra palestras sobre produção de texto e teorização de desta produção, com prioridade as produções poéticas.
Escreve vários gêneros literários, pesquisa sobre arte e cultura etc.
Em 2007 lançou o curta “ É dia de Ser Feliz” produção independente que retrata a realidade do projeto Escola Aberta Na escola Municipal de Olinda Criança Feliz.