Descrição
Orquestras, bois, cocos, blocos líricos, maracatus de baque solto e virado, afoxés, bonecos gigantes... E mais: caiporas, escolas de samba, samba de véio, danças afro, tudo isso faz parte do Carnaval de Pernambuco. Muitos desses grupos que fazem a história do Reinado de Momo também são Pontos de Cultura e engajam toda a comunidade no seu trabalho, repassando conhecimentos de geração em geração. Descubra quem são eles:
Na Bomba do Hemetério, a Orquestra dá o tom
Conduzida pelo irreverente Maestro Forró, a Orquestra Popular da Bomba do Hemetério surgiu em 2002 como fruto de um projeto de pesquisa e releitura cultural realizado junto aos moradores daquele bairro da Zona Norte do Recife. A Orquestra trabalha com uma interação direta com o público, utilizando instrumentos de sopro e percussão para propor uma nova roupagem ao coco de roda, maracatu, frevo, samba, reisado e outros ritmos da terra. Desenvolve, desde 2004, um trabalho social de formação em música destinado a crianças, adolescentes e jovens da comunidade.
Cocos e ursos fazem a folia em Camaragibe
Camaragibe é uma cidade histórica com inúmeros mestres da cultura e manifestações populares como ursos, bois e cocos. O Ponto de Cultura Tecer cria uma rede entre as manifestações culturais do município a partir de encontros, festejos, oficinas, cursos e seminários, proporcionando a integração entre os brinquedos e a comunidade.
Seu Malaquias: Gigante do Alto do Pascoal
O Clube Carnavalesco Misto Seu Malaquias é referência para a comunidade do Alto do Pascoal, no bairro de Água Fria. Como Ponto de Cultura, o Projeto Seu Malaquias, o Gigante do Alto atua na formação para agremiações de frevo, trabalhando especificamente com passistas, orquestras de rua e profissionais que confeccionem estandartes, fantasias especializadas, bonecos gigantes, máscaras, entre outros elementos diretamente ligados ao cotidiano de uma agremiação carnavalesca.
Fazendo a Sambada com Bordados dos Maracatus
A Associação de Maracatus de Baque Solto de Pernambuco atua há 19 anos no Estado. Com o Ponto de Cultura, mantém o compromisso de dar continuidade ao trabalho de formação de artesões, músicos, agentes culturais e cidadãos. A iniciativa veio para seguir o legado do seu fundador, Mestre Salustiano, de desenvolver e executar projetos para manutenção e assistência às organizações. Hoje, a Associação atende a um universo de 11.200 brincantes em 105 maracatus de baque solto situados em 24 municípios da Zona da Mata, Agreste e Região Metropolitana. A atuação ocorre em Aliança, Nazaré da Mata, Tracunhaém, Carpina, Lagoa de Itaenga, Paudalho, Goiana e Olinda.
Alto José do Pinho ao som do Afoxé
No Alto José do Pinho, uma referência em resistência, manutenção e produção cultural é o Afoxé Ylê de Egbá, que atua com adolescentes, jovens e adultos da comunidade. O Projeto propõe a Noite do Quilombo: um encontro cultural congregando apresentações de grupos locais, artesanato, exposições plásticas, vídeo, dança, e culinária.
Estrela Brilhante de Igarassu Para Todos
Mais antigo maracatu de baque virado do País, o Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu colabora para preservar e manter viva a memória do maracatu de baque virado, fortalecendo a identidade territorial.
Cambinda Brasileira na terra do Maracatu Rural
O Maracatu Cambinda Brasileira é um dos 20 grupos de maracatu de Nazaré da Mata – terra do maracatu rural – e o segundo mais antigo de Pernambuco, fundado em 1918. Como Ponto de Cultura, trabalha com o desenvolvimento das manifestações populares, permitindo a reciclagem dos grupos e criadores e visando, com isso, a melhoria da qualidade de vida dos brincantes. O Projeto estimula o intercâmbio de conhecimentos entre os maracatus e outras culturas populares e manifestações artísticas, contribuindo para disseminação, perpetuação e desenvolvimento da cultura popular local, divulgando o trabalho desse grupo por todo o Brasil.
Frevo dos revoltosos em Nazaré da Mata
O Ponto de Cultura Revoltosa é apresentado pela Sociedade Musical 5 de Novembro – Revoltosa, entidade do município de Nazaré da Mata com 99 anos de atividades ininterruptas. Foi criada por um grupo de músicos dissidentes de duas tradicionais bandas da cidade, considerados na época “revoltosos”, por isso a entidade é conhecida até hoje com esse nome. A banda representa um bem cultural da comunidade, além de ser um equipamento responsável pela formação de gerações de músicos na região. Entre as atividades, o projeto traz um estúdio-escola de frevo.
Almirante do Forte, do baque solto ao virado
Oriundos de Carpina, Severino Grosso e Mané Grosso, dissidentes do Maracatu Rural Cruzeiro do Forte, foram buscar num navio atracado no Porto do Recife a inspiração para o nome do Maracatu que fundariam. Nascia, então, o Maracatu de Baque Solto Almirante do Forte, apenas quarenta e dois anos após a Abolição da Escravatura no Brasil. Posteriormente, o maracatu tornou-se de baque virado, com atuação no bairro do Bongi, no Recife. Ali, desenvolve um trabalho com foco na valorização das raízes, desenvolvendo oficinas de percussão, dança tradicional de maracatu nação, confecção de roupas e indumentárias e aulas com mestres do maracatu, que repassam seus saberes aos jovens da comunidade.
O lirismo do Bloco O Bonde
O Ponto de Cultura O Bonde traz oficinas de conhecimentos carnavalescos Fantasias do Carnaval. Tais oficinas são concebidas e sistematizadas a partir das formas de saber/fazer tradicionais dos artesões do Carnaval do Recife (artesões e aderecistas especializados em máscaras, sapatos, bijuterias, perucas; bordadeiras, costureiras especializadas em confecção de fantasias, máscaras, estandartes e flabelos, alegorias). O Bonde é um bloco carnavalesco lírico recifense com sede no bairro da Imbiribeira. Fundado em 1991 por Cid Cavalcanti, teve como fonte inspiradora um verso da música do ilustre compositor pernambucano Capiba: “Quem vai pra Farol é o Bonde de Olinda”! Vem daí o nome do bloco.
As tradições afro no Afoxé Povo de Odé
Vem da periferia de Olinda a história do Afoxé Povo de Odé, tradicional afoxé que atua no bairro Jardim Brasil I, de onde se origina. Com o projeto Afoxé Povo de Odé-Herança e Resgate, o grupo desenvolve atividades na própria sede, com oficinas de tradição oral, dança, música e tradição afro-descendente. O Ponto de Cultura busca trabalhar o respeito às diferenças sem perder a ludicidade e refletindo sempre o contexto do bairro, que é de diversidade étnica, social e cultural.
Engenho de Maracatus Rurais
O Ponto de Cultura Engenhos dos Maracatus trabalha em parceria com quatro grupos de maracatu (Maracatu Leão Misterioso, Maracatu Águia Dourada, Maracatu Coração Nazareno e Maracatu Leão Cultural), o Engenho Santa-Fé e a Amunam (Associação de Mulheres de Nazaré da Mata). A proposta é revitalizar o Engenho Santa Fé, onde viveu o Mestre Baracho, para que se torne referência para a preservação dos Maracatus de Nazaré da Mata, considerada a terra do maracatu rural.
Quilombo Cultural do Coco da Xambá
O Projeto Um Quilombo Cultural, do Grupo Bongar, traz o tradicional coco da comunidade do Xambá numa releitura pelos jovens da comunidade do Portão do Gelo, no bairro de São Benedito, em Olinda. Embora mais presente no ciclo junino, o coco também se faz presente nos festejos de Momo.
Balé de Cultura Negra
O legado cultural da África trazido ao Brasil por um povo outrora escravo se traduz em balé de cultura negra com o trabalho do Bacnaré (Balé de Cultura Negra do Recife). Além do balé, o grupo de Água Fria mantém outros três grupos artísticos: o Maracatu Sol Nascente – com cortejo no Carnaval –, o Pastoril Sol Nascente e o Guerreiro Sol Nascente.
Samba de Véio é tradição em Petrolina
Tradição com mais de 100 anos de história, o Samba de Véio da Ilha do Massangano (localizada a 15 km de Petrolina) tem origem indígena e africana e conta com mais de 40 componentes, tanto homens como mulheres, que apresentam sua dança característica durante as festividades locais. É uma das manifestações típicas do Carnaval do Sertão do São Francisco.
Escola de frevo nas ladeiras de Olinda
Desde 1954, o Grêmio Musical Henrique Dias atua no sítio histórico de Olinda, onde fica sua sede. Além da orquestra de frevo – com ponto forte no Carnaval e atuação de músicos em outros grupos culturais da cidade, como Orquestra Contemporânea de Olinda – o Grêmio desenvolve um trabalho de educação musical junto a jovens da cidade. Assim, o grupo oportuniza o ingresso no mercado de trabalho e a possibilidade de talentos serem descobertos e desenvolvidos.
Afoxé Oyá Alaxé: referência em Dois Unidos
Com 67 anos de trabalho no bairro de Dois Unidos, Zona Norte do Recife, o Ilê Obá Aganjú Okoloyá (Ensinamentos da Mãe Amara) é reconhecido e respeitado pela comunidade pelo tipo de conhecimento que perpetua entre seus participantes. É deste Ilê que vem um dos mais conhecidos afoxés do Recife, o Oyá Alaxé, conduzido pela Mãe Maria Helena.
Maracatu Nação Matingueiros destaca cultura do Velho Chico
Fundado em maio de 1999, o grupo Matingueiros é caracterizado pela diversidade folclórica, incorporando elementos contemporâneos sem descaracterizar os folguedos tradicionais do Vale do São Francisco, como ciranda, coco, samba de véio, maracatu, caboclinho, xaxado, maculelê, baião e xote. As canções e os figurinos são criados e produzidos pelo próprio grupo, que tem suas origens em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), moradas dos componentes.
Ponto de cultura Retretas
“Retretas” é uma expressão popular que significa show ao vivo. É também o nome do Ponto de Cultura apresentado pela Banda Musical Filarmônica 28 de Junho, entidade fundada há mais de 100 anos em Condado. O projeto objetiva a preservação do patrimônio imaterial da Mata Norte – notória por seu histórico de geração de músicos – e formação continuada em Produção, Política e Gestão Cultural, além de educação de jovens músicos. A comunidade em geral também participa do Ponto de Cultura, através das retretas que acontecem nos coretos da cidade e da exibição de filmes pernambucanos no cineclube do ponto. As ações acontecem não só na sede da instituição e nas praças de Condado, mas também em Goiana, Aliança, Itaquitinga e Itambé.
Caiporas, Cambindas, samba e coco no Carnaval de Pesqueira
A Terra dos Caiporas – Pesqueira – marca o território de atuação do Ponto de Cultura Ororubá, desenvolvido pela Fundação de Cultura e Amparo ao Menor De Olho no Futuro. O Ponto de Cultura reúne as principais manifestações carnavalescas: os Caiporas, as Cambindas Velhas (bloco centenário em que homens se vestem de mulheres), o Samba de Coco Cancão Piou (com 68 anos de história) e a Escola de Samba Labariri.
Corpos Percussivos: o som dos batuques
O Grupo Cultural Corpos Percussivos é uma entidade sem fins lucrativos que desenvolve atividades que estimulam a identidade cultural local, a auto-estima, o empoderamento, a cidadania e a inclusão social através da profissionalização musical há sete anos nas comunidades do Pilar (Recife Antigo), no Alto José do Pinho e no Morro da Conceição. Fazem parte do quadro docente, entre outros, Mestre Naná (fundador e mestre de bateria da Escola de Samba Galeria do Ritmo), Dona Marivalda (rainha e presidente do Maracatu Estrela Brilhante do Recife e Mestre Walter (mestre de bateria do Maracatu Estrela Brilhante do Recife).
Chão de Estrelas, a sede do Daruê Malungo
O Daruê Malungo atua há 20 anos na comunidade de Chão de Estrelas, Recife, realizando cursos e oficinas de arte e cultura, além de formação musical e dança popular. Atualmente, mantém assistência a 130 crianças da comunidade. A atuação do Daruê em Chão de Estrelas se caracteriza pela gestão compartilhada com a própria comunidade, que participa não somente das atividades artísticas e educacionais, mas também do planejamento e avaliação, a partir de discussões coletivas.
Jovens batuqueiros do Maracatu Pinguim
Com atuação em Araçoiaba, na região metropolitana do Recife, o projeto Qualificação e Desenvolvimento na Cultura – Maracatu de Baque Solto Pingüim consiste em formar artesãos para atuar no sentido de preservação do meio ambiente e reaproveitamento de materiais. O grupo vai confeccionar todo vestuário de um maracatu rural, com conscientização para reciclagem e aproveitando todo o retalho na confecção de bolsas, tapetes e arranjos decorativos. Repasse de conhecimentos de mestres de maracatu para jovens batuqueiros e formação de músicos para maracatu de orquestra ou maracatu rural é outra atividade desenvolvida pelo grupo.
Piaba de Ouro, de Mestre Salustiano
Os 32 anos de tradição do Maracatu Piaba de Ouro, fundado por um dos maiores mestres da nossa cultura popular, o Mestre Salustiano, Os 15 filhos do Mestre Salú estão acompanhados pela comunidade da Cidade Tabajara com mais de 250 brincantes, que perpetuam essa cultura tão tradicional.
Alafin Oyó é Olinda em movimento
Fundada em 02 de março de 1986, o Afoxé Alafin Oyó tem por principal objetivo repassar e preservar a cultura negra. É ponto de cultura vinculado ao Ministério da Cultura desde 2004, trabalhando com o Alafin Mimi – ala infantil do afoxé. Suas cores são vermelho e branco.
Boi, boi, boi
O Boi da Macuca, surgido em 1989 na Fazenda Macuca, no município de Correntes, é uma expressão brincante e irreverente que tem nos seus componentes os elementos vivos da cultura local. Dentre os ritmos, o aboio, a toada de gado, o samba de coco, o forró e o arrasta-pé. Todos produzidos pelos músicos que animam o Boi da Macuca ou por compositores populares ligados à cultura de raiz.
Maracatu Estrela de Ouro da Aliança
Ciranda, coco, cavalo marinho e maracatu são manifestações culturais típicas dos trabalhadores da cana-de-açúcar, na Zona da Mata, como em Aliança, onde fica a sede do Maracatu Estrela de Ouro. Oficialmente fundado em 1996 pelo Mestre Batista, o Estrela de Ouro é Ponto de Cultura desde 2004 e, em 2009, foi aprovado pelo MinC como Pontão de Cultura.
Goiana, a terra dos Caboclinhos
Os Caboclinhos, símbolo maior da cidade de Goiana, trabalham de forma coletiva no projeto desenvolvido pelo Ponto de Cultura Caboclinhos de Goiana. O projeto reúne os sete grupos existentes na cidade: Cahetés, Tapuia Canindé, Caboclinho Canindé, União 7 Flexas, Caboclinho Índio Tabajara e Caboclinho Carijós e Tupinambá. As atividades acontecem nas sedes dos Caboclinhos, concentrados nos bairros de Nova Goiana e Centro. Em Nova Goiana, estima-se que cerca de 1.500 pessoas estejam diretamente envolvidas nesta manifestação cultural.
Maracatu Encanto da Alegria
O Encanto da Alegria é produto da junção de esforços de várias pessoas, algumas antigas, outras novas, no maracatu de baque virado. Foi fundado em 10 de Dezembro de 1998, mas saiu à avenida pela primeira vez no carnaval de 2001. Não teria saído nunca se não fosse pela persistência de uma mulher, uma mãe de santo da Zona Norte do Recife, que dia após dia juntou pedaço por pedaço da nação que construiu. Trata-se da rainha Dona Ivanize, já falecida, coroada no pátio do terço em 13 de Maio de 2003.
Estrela Brilhante Fazendo Cultura
O Ponto de Cultura Estrela Brilhante Fazendo Cultura do Maracatu Estrela Brilhante do Recife tem como missão a preservação, manutenção e transmissão dos saberes relativos à manifestação do maracatu de baque virado. As oficinas proporcionarão o encontro dos Mestres com crianças, adolescentes e jovens na perspectiva de formação/capacitação de novos brincantes, futuros mestres e artesões do brinquedo.
Arte Afro Menina Mulher
Diariamente 70 meninas estudantes da rede pública de ensino e moradoras dos bairros do Coque e Coelhos, Zona Central do Recife, fazem da dança e da percussão um instrumento de fortalecimento de identidade cultural e valorização da cultura afro. É Ponto de Cultura desde 2006.
Homem da Meia Noite, o Gigante Cidadão
O gigante verde e branco desfila pelas ladeiras históricas de Olinda desde os anos 1940. O Homem da Meia-Noite é, na verdade, um calunga – personagem místico do candomblé, também presente no maracatu nação ou baque virado. O gigante abre oficialmente o Carnaval sempre à meia-noite do sábado de Zé Pereira e foi inspirado em um personagem real, um tipo de Don Juan que freqüentava a noite olindense na época. O Homem da Meia-Noite é Ponto de Cultura e também Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2006. A sede do bloco fica em frente a Igreja de Nossa do Rosário dos Homens Pretos, no Bairro do Bonsucesso, no sitio histórico de Olinda.
Flor da Lira no Entardecer de Olinda
O acerto de marcha do bloco Flor da Lira de Olinda, um dos mais tradicionais do Estado, é toda sexta-feira, às 20h, no Mercado da Ribeira, no Sítio Histórico de Olinda. Forte tradição com fantasias e canções dos antigos carnavais, O Flor da Lira faz parte da primeira geração de blocos líricos de Pernambuco, juntamente com nomes como Pierrot de São José e Bloco das Ilusões. Como Ponto de Cultura, realiza o Projeto Entardecer em Olinda.
Boi Tira-Teima garante a brincadeira em Caruaru
O Boi-Tira-Teima foi fundado em 1923. Todo o processo de formação do Tira-Teima – fantasias de personagens, instrumentos de percussão – é produzido pelos seus próprios componentes. Atualmente, o Boi conta com a participação expressiva das crianças: coisa proibida no passado. O elo com as novas gerações é motivação para a sua continuidade e marca também o início de seu trajeto como Ponto de Cultura.
Em Olinda, o Coco é de Umbigada
Ponto de Cultura desde 2004 – e aprovado no Edital de Pontões de Cultura do MinC em 2009 – o Coco de Umbigada tem sua sede no bairro de Guadalupe, no sítio histórico de Olinda. É uma tradição passada pelos avós às novas gerações e tem como objetivo resgatar a auto-estima da comunidade. O Coco de Umbigadinha, formado exclusivamente por crianças da comunidade, por exemplo, abrem as sambadas, que acontecem sempre no primeiro sábado de cada mês.
Sistema de Origem
PENC
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Eng. Eletrônico, Comunicador Popular, Músico nas horas vagas
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