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Neste sábado (15), o Cinema São Luiz recebe a primeira ação do projeto Cine Cabeça, lançado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), no último dia 6, e cujo objetivo é atingir alunos da rede pública e privada de ensino, levando a discussão sobre o audiovisual para a pauta escolar. Nesse evento, marcado para as 9h, apenas professores participarão, no entanto, a partir da próxima quarta-feira (19), estudantes já começam a freqüentar o local, trocando a sala pelo mais tradicional cinema de rua da cidade.
A iniciativa faz parte do programa Células Culturais, realizado em parceria com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), e pretende atingir jovens de 14 comunidades com altos índices de violência, na Região Metropolitana do Recife, totalizando 38 instituições de ensino. A ação integra ainda as ações do Pacto Pela Vida.
Na abertura, os educadores assistirão aos curtas-metragens pernambucanos Simião Martiniano, de Clara Angélica, e Uma onda no ar, de Helvécio Ratton. A idéia é familiarizá-los previamente com os filmes que passarão a serem exibidos para os alunos a partir da próxima quarta-feira (19). Após a sessão, os professores poderão discutir as maneiras possíveis de se trabalhar as temáticas abordadas pelos filmes nas salas de aula.
Ao longo deste ano, o projeto irá levar estudantes da rede pública a quatro temporadas de sessões de Cinema no São Luiz. As exibições acontecerão sempre às quartas e quintas-feiras, no período da manhã, e tem por objetivo aliar a produção audiovisual aos conteúdos escolares. Além disso, aos sábados, a Federação Pernambucana de Cineclubes (Fepec) mediará sessões de filmes nacionais seguidas de debates, fomentando a prática do cineclubismo entre os estudantes. A primeira delas acontecerá no dia 29 de maio, às 14h, com a exibição do documentário O Rap do Pequeno Príncipe Contra as Almas Sebosas, do diretor pernambucano Paulo Caldas.
CÉLULAS CULTURAIS – O Cine Cabeça integra o Programa Células Culturais que, por meio da Fundarpe e da Secretaria de Educação, realiza atividades educativas e culturais com alunos de escolas públicas localizadas em 14 comunidades vítimas da violência urbana e em situação de risco social, mapeadas pelo Pacto pela Vida. Também estão incluídas, entre as ações do programa, a realização de oficinas de diversas linguagens artísticas – do hip-hop, passando pela literatura até a cultura afro-brasileira –, atingindo estudantes desde o nono ano do Ensino Fundamental (9º ano) ao 3º ano do Ensino Médio.
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Eng. Eletrônico, Comunicador Popular, Músico nas horas vagas
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Filmes que serão exibidos aos alunos a partir da próxima semana fazem parte da exibição especial para os educadores, marcada para este sábado (15)
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Alan Tygel




